Coalizão saudita nega ataque contra prisão no Iêmen que teria deixado 100 mortos

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A coalizão liderada pela Arábia Saudita negou, neste domingo (1), as alegações feitas pelo movimento rebelde iemenita Houthi de que seu ataque aéreo atingiu uma prisão.

No início do dia, a coalizão anunciou que havia atingido uma instalação militar houthi em Dhamar, que abrigava drones e sistemas de defesa aérea.

A emissora Almasirah, controlada pelo movimento Houthi, relatou, no entanto, que a coalizão havia atingido uma prisão, matando 60 pessoas e ferindo outras 50. Segundo a Cruz Vermelha o número de mortos é ainda maior, chegando a pelo menos 100 pessoas mortas, conforme divulgou a RT.

Segundo o coronel Turki Maliki, citado pela agência de notícias Al Arabiya, o ataque aéreo da coalizão atingiu uma base militar houthi e não a prisão. Ainda segundo a declaração,foram tomadas as precauções necessárias, de acordo com a lei internacional, para proteger os civis durante o ataque.

Há anos, o Iêmen está envolvido em um conflito armado entre as forças do governo, lideradas pelo presidente Abdrabuh Mansour Hadi, e o movimento rebelde Houthi.

A coalizão liderada pela Arábia Saudita realiza ataques aéreos contra o movimento houthi a pedido de Hadi desde março de 2015. O conflito gerou uma enorme crise humanitária no país, classificada como uma das piores do mundo pela Organização das Nações Unidas (ONU).

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