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EUA apoiam sanções por Nord Stream 2 e Cruz declara: 'Rússia usa energia como arma'

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O Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA votou em apoio ao projeto de lei que sancionou as empresas envolvidas no Nord Stream 2, um gasoduto que se estende da Rússia à Alemanha, argumentando que o projeto fortalece Moscou.

O comitê votou 20 a 2 na manhã desta quarta-feira para apoiar as novas penalidades, parte do Ato de Segurança para Proteção da Energia da Europa. Patrocinado pelos senadores Ted Cruz e Jeanne Shaheen, o projeto visa abordar as preocupações sobre a chamada "influência russa" na Europa.

Shaheen afirmou nesta quarta-feira que as sanções afetarão apenas duas empresas: Allseas Group S/A, da Suíça, e a italiana Saipem SpAof.

"A Rússia tem um histórico ruim de usar energia como arma", declarou Cruz antes da votação, explicando seu apoio à medida, acrescentando que o presidente russo Vladimir Putin se beneficia de "aventureirismo militar e hostilidade", bem como as vendas de energia da Rússia.

O senador republicano do Kentucky, Rand Paul, opôs-se à medida, argumentando: "Há muita consternação sobre essa proposta entre nossos aliados europeus". Paul foi acompanhado pelo senador democrata Tom Udall.

No mês passado, um projeto de lei complementar foi aprovado no Comitê de Relações Exteriores da Câmara.

© Sputnik / Sergei Guneev / Abrir o banco de imagensConstrução do projeto de gás Nord Stream 2
EUA apoiam sanções por Nord Stream 2 e Cruz declara: 'Rússia usa energia como arma' - Sputnik Brasil
Construção do projeto de gás Nord Stream 2

Liderado pela firma pública de petróleo da Rússia, a Gazprom, o projeto Nord Stream 2 (Corrente do Norte 2) deverá ser inaugurado em 2020, e visa dobrar a capacidade da primeira linha Nord Stream, fornecendo cerca de 55 bilhões de metros cúbicos de gás natural para a Alemanha e outros países da Europa.

Berlim tem sido firme em afirmar que o projeto ajudará o país a atender à crescente demanda por energia à medida que elimina carvão e energia nuclear, enquanto o ministro da Economia alemão, Peter Altmaier, argumenta que o acordo trata de "reduzir as rotas de entrega e criar novas estruturas de fornecimento" para o gás natural, insistindo que a Alemanha não "depende" de Moscou.

O presidente dos EUA, Donald Trump, já havia criticado o oleoduto como um "tremendo erro" para a Alemanha, reclamando que Washington está "protegendo a Alemanha da Rússia" e não recebendo o suficiente em troca. Os Estados Unidos também manifestaram interesse em vender gás natural liquefeito para a Europa. No entanto, até agora a Polônia é o único país que indicou o desejo de comprar.

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