Cientistas localizam cratera da maior colisão de meteorito da história (FOTO)

© Foto / Jimmy ConoverCratera formada por meteorito no estado do Arizona, EUA (imagem de referencia)
Cratera formada por meteorito no estado do Arizona, EUA (imagem de referencia) - Sputnik Brasil
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Após descobrirem uma gigantesca cratera perto da aldeia escocesa de Ullapool, os cientistas acreditam que esse seja o local onde ocorreu a maior colisão de um meteorito da história de nosso planeta.

Conhecida por suas paisagens deslumbrantes, a Escócia teve seu belo cenário interrompido há 1,2 bilhões de anos quando um enorme meteorito caiu nessa região, segundo um novo estudo.

Acredita-se que o enorme meteorito tenha medido cerca de 1 km de largura, provocando uma cratera de 15-20 km quando caiu na Terra, escreve o The Mirror.

A cratera foi descoberta por pesquisadores da Universidade de Oxford debaixo de água e rochas mais novas, na bacia de Minch.

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"O material escavado durante o impacto de um meteorito gigante raramente é preservado na Terra, porque rapidamente é sujeito a erosão, então esta é uma descoberta realmente empolgante. O meteorito impactou por acaso um antigo vale de fissuras onde os sedimentos frescos rapidamente cobriram os detritos e os preservaram […] O próximo passo será um levantamento geofísico detalhado em nossa área alvo – a bacia de Minch", disse o líder do estudo, Dr. Ken Amor.

Através de análises dos materiais do meteorito, os cientistas conseguiram encontrar a provável origem da cratera.

"Isso deve ter sido um grande espetáculo quando esse grande meteorito atingiu uma paisagem árida, espalhando poeira e detritos rochosos em uma ampla área", complementou.

​Cientistas encontram a cratera da "maior colisão de meteoritos da história" na Escócia

Em um passado muito distante, a Terra era alvo de numerosos impactos de meteoritos, pois os asteroides colidiam com detritos remanescentes da formação do Sistema Solar inicial.

As colisões com objetos desse tamanho são bastante raras nos dias atuais, com os pesquisadores estimando que elas ocorrem uma vez a cada 100 mil anos ou uma vez a cada 1 milhão de anos.

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