Khamenei: planos dos EUA para paz no Oriente Médio é uma 'traição ao mundo islâmico'

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Embora o presidente estadunidense Donald Trump tenha chamado o "plano" dos EUA para paz entre Israel e Palestina como o "acordo do século", o aiatolá iraniano Ali Khamenei chamou o acordo de "traição" e pediu que as nações do Golfo Pérsico não o apoiassem.

O líder supremo do Irã fez seu apelo antes de uma conferência no Bahrein no final deste mês. Lá, Washington planeja revelar alguns dos detalhes da longa proposta de paz entre Israel e Palestina, do ex-assessor Jared Kushner, de Trump.

A conferência contará com a presença de representantes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Bahrein.

"O objetivo desta conferência é realizar o plano traidor e covarde dos EUA sobre a Palestina, que eles chamaram de 'acordo do século'", disse Khamenei em seu discurso durante o feriado islâmico Eid al-Fitr.

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Ao advertir que o Golfo iraniano rivaliza com o fato de não apoiar a proposta "perigosa", ele declarou que essa "transação do século" nunca vai se enraizar e a descreveu como "uma grande traição ao mundo islâmico".

Enquanto os EUA mantiveram as especificidades do plano em sigilo, todas as evidências disponíveis indicam que a empolgação sobre o acordo é apenas isso.

Além do ceticismo da União Europeia (UE) e da completa rejeição da Palestina ao plano, uma fita vazada revelou recentemente que até o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, tem sérias dúvidas sobre como será recebido por um público mais amplo.

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