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Silenciados? Surge teoria sobre aniquilação de astronautas da NASA para ocultar 'farsa' sobre Lua

© Sputnik / Abrir o banco de imagensAstronauta da nave espacial americana Apollo 11 na superfície da Lua (imagem de arquivo)
Astronauta da nave espacial americana Apollo 11 na superfície da Lua (imagem de arquivo) - Sputnik Brasil
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Para impedir que a suposta verdade sobre os pousos na Lua fosse revelada, astronautas da NASA foram "mortos", acreditam conspiracionistas.

Os astronautas Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins faziam parte da tripulação da Apollo 11 que pisou na superfície da Lua em 1969, escreve Daily Star.

Conspiracionistas afirmam que os viajantes dessa missão notável foram aniquilados para esconder informações ultrassecretas sobre os programas da agência espacial americana.

"Funcionários da Apollo 10 morreram em acidentes estranhos, incluindo batidas, colisões e incêndios […] Todas essas mortes, exceto uma, foram diretamente relacionadas à NASA ou à Força Aérea dos EUA", afirmou um teórico.

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"Será que eles sabiam algo que nós não sabíamos? Eles foram silenciados?", indagou.

Um incidente particularmente chocante é o falecimento dos astronautas Virgil Grissom, Ed White e Roger Chaffee em 1967, que morreram durante um incêndio na plataforma de lançamento da Apollo durante uma simulação, cuja causa da fonte do fogo nunca foi determinada.

"Acho que foi intencionalmente sabotado por alguém […] O que foi encontrado na investigação do acidente e como isso foi tratado, teve um envolvimento da CIA ou de quem quer que seja. Isso foi feito intencionalmente", declarou o filho do astronauta Grissom.

A viúva de Grissom, Betty, acrescentou: "Sinto que cabe à NASA avançar e dar-nos uma resposta direta ao que realmente aconteceu."

Muitos teorizaram que Grissom era um delator que queria revelar que a NASA não tinha intenção de pousar na Lua.

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"Tenho a minha própria opinião sobre a razão pela qual Grissom foi assassinado como foi [...] Ele era um suspeito ou delator real que tentava revelar que o programa espacial Apollo era uma fraude que não tinha intenção de ir à Lua na realidade", ressaltou o embaixador americano Thomas Pickering, adicionando que "a partir de 1961, o Programa de Simulação Apollo foi um tipo de operação psicológica dos EUA e nunca foi um programa real para ir à Lua".

Antes do trágico acidente, o inspetor de segurança Thomas Baron havia compilado um relatório descrevendo problemas com peças, equipamentos e procedimentos na NASA e, logo depois, foi demitido por vazar os resultados para a mídia.

Baron testemunhou ao Congresso e, uma semana depois, o inspetor e sua família foram atingidos por um trem durante uma travesseia pelos trilhos ferroviários.

Teóricos destacam que os astronautas e Baron tenham sido aniquilados para desviar a atenção do relatório, que supostamente desapareceu.

"Acredito que Thomas Baron foi assassinado, porque ele tinha a verdade para contar sobre o projeto Apollo", delatou o investigador Bill Kaysing.

Apesar das teorias, não houve evidências que pudessem comprovar os incidentes.

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