Maduro agradece Noruega após anuncio de nova rodada de negociação sobre a Venezuela

© Sputnik / Stringer / Abrir o banco de imagensPresidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas
Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas - Sputnik Brasil
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O Ministério das Relações Exteriores da Noruega anunciou que realizará mais uma rodada de negociações na próxima semana entre os principais atores políticos envolvidos na atual crise política da Venezuela. Após o anúncio neste sábado (25), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, usou o Twitter para agradecer os esforços noruegueses.

Na semana passada, Oslo recebeu uma primeira rodada de negociações entre os enviados do líder da oposição da Venezuela, Juan Guaidó, e representantes do presidente Nicolás Maduro, em uma tentativa de intermediar o fim da crise no país latino-americano.

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"Anunciamos que os representantes dos principais atores políticos da Venezuela decidiram voltar a Oslo na próxima semana para continuar um processo facilitado pela Noruega", disse a chancelaria norueguesa através em um comunicado neste sábado (25).

O Ministério reiterou seu compromisso de continuar apoiando o diálogo entre as partes envolvidas na crise política venezuelana e elogiou as partes por seus esforços no diálogo.

Ao final do dia, Maduro agradeceu à Noruega por seus esforços.

"Agradeço ao governo da Noruega por seus esforços para avançar no diálogo pela paz e estabilidade na Venezuela. Nossa delegação viajará a Oslo com a disposição de trabalhar na agenda abrangente acordada e avançar na criação de grandes acordos, disse Maduro em sua conta no Twitter.

​A Noruega está entre os países que não endossaram apoio a Juan Guaidó, após este se autoproclamar presidente interino da Venezuela em 23 de janeiro deste ano.

Liderados pelos Estados Unidos, que lançou sanções econômicas contra Caracas além de apreender bilhões de dólares em ativos do petróleo venezuelano, diversos países europeus e sul-americanos declaram apoio a Guaidó.

Já a presidência de Nicolás Maduro, reeleito em 2018, segue apoiada como legítima pela Rússia e China, além de diversos outros países.

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