Monge é encontrado dentro de estátua budista de 1.000 anos (FOTO)

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Estátua de Buda de mil anos de idade revela esqueleto de monge, que meditou até a morte em ato de extrema devoção religiosa.

Cientistas analisaram a estátua de Buda e fizeram uma descoberta surpreendente ao encontrar os ossos de um homem extremamente devoto sentado em posição de lótus.

Aparentemente, os restos são de Zhang, conhecido como Patriarca Zhanggong e Liuquan Zhanggong, que fazia parte da Escola de Meditação Chinesa e morreu em torno de 1100 d.C., segundo o tabloide britânico The Sun.

​Tomografia revela monge mumificado dentro de estátua budista de 1.000 anos.  

Por ser extremamente devoto, acredita-se que ele tenha se mumificado em uma tentativa de se tornar um Buda vivo. Para isso, nos primeiros mil dias, o monge não comeu nada além de nozes, sementes e frutos para eliminar a gordura corporal.

Nos mil dias seguintes realizou uma dieta a base de cascas e raízes antes de consumir chá venenoso feito da seiva da árvore Urushi, provocando vômitos e rápida perda de fluídos, agindo como um ato de preservação contra a decomposição após a morte.

Após seis anos, o monge seria trancado em uma tumba de pedra com um tubo de ar e um sino, meditando na posição de lótus até a morte. Quando o sino parasse de tocar, a tumba seria lacrada para mumificação antes de se tornar Buda.

Diversos budistas acreditam que as múmias não estão mortas, mas, sim, meditando.

De acordo com estudos, esse monge morreu a uns 37 anos de idade. Além disso, seu corpo mostrou sinais de enfraquecimento ou abstinência prolongada, contudo, há a possibilidade dele não ter praticado automumificação, já que partes de alguns de seus órgãos haviam sido retirados e substituídos.

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