Militares venezuelanos dizem esperar americanos com armas nas mãos

© AFP 2022 / Federico ParraMilitar venezuelano (foto de arquivo)
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No decorrer da Marcha da Lealdade Militar, liderada pelo presidente venezuelano Nicolás Maduro, os militares venezuelanos avisaram os soldados dos EUA que os esperam com armas nas mãos.

Na sexta-feira (17), Nicolás Maduro visitou o estado de Aragua, onde realizou, junto com milhares de soldados e oficiais, a Marcha da Lealdade.

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O presidente andou dois quilômetros rodeado de militares ao lado de uma fileira de tanques e outro equipamento militar.

Durante o evento, Maduro confirmou também o início do processo de diálogo com a oposição na Noruega e assegurou que sua delegação trouxe "boas notícias".

Depois, Nicolás Maduro condecorou vários soldados e fez um discurso em que voltou a criticar o imperialismo norte-americano.

Em seguida, os militares começaram a entoar: "Somente aquele que luta tem direito de existir […] Escute, pequeno gringo, o que eu vou te dizer. Você nunca irá intervir no meu país. Estamos prontos. Com armamento russo nas mãos estamos esperando por você".

No dia 30 de abril o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó e seus apoiadores, se concentraram na estrada ao lado da base militar La Carlota, apelando ao povo venezuelano e ao exército para que saírem às ruas derrubar o líder do país, Nicolás Maduro.

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De acordo com o ministro da Defesa do país, Vladimir Padrino López, as Forças Armadas da Venezuela continuam sendo completamente fiéis às autoridades legítimas. A tentativa do golpe do Estado falhou.

A Venezuela tem enfrentado uma grave crise política, com Juan Guaidó, proclamando-se presidente interino do país em 23 de janeiro, recebendo reconhecimento pelo Brasil, Estados Unidos e por mais de 50 outras nações.

A China, Rússia, Bolívia, Turquia e numerosos outros países reconhecem Maduro como o único presidente legítimo da Venezuela.

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