Exército chinês entra em alerta máximo contra destróieres dos EUA

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Um porta-voz militar da China alertou que Pequim "tomará todas as medidas necessárias para proteger a soberania nacional" e a estabilidade na região.

O Exército Popular de Libertação da China permanecerá em alerta máximo e "tomará todas as medidas necessárias para proteger a soberania nacional" e a "estabilidade no mar do Sul da China", informou o tenente-coronel Li Huamin ao portal das Forças Armadas da China.

O Exército chinês instou aos destróieres norte-americanos a deixarem a região, segundo a publicação.

Segundo Li, Pequim tem "soberania indiscutível" sobre as ilhas Spratly, localizadas no mar do Sul da China e reivindicadas pela China, Filipinas e Vietnã.

As declarações ocorreram depois de que os destróieres Preble e Chung Hoon dos EUA percorreram a uma distância de 22 quilômetros dos recifes Gaven e Johnson, que fazem parte do arquipélago em disputa, provocando alerta de Pequim, que instou Washington a interromper as "ações provocativas".

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O comandante da Sétima Frota dos EUA, Clay Doss, afirmou que o ato se tratou de um "passo inocente", cujo objetivo era "desafiar as excessivas reivindicações marítimas e preservar o acesso às vias navegáveis regidas pelo direito internacional".

Por sua vez, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, revelou que, depois de identificar as embarcações, foi alertado que estes haviam "infringido a soberania chinesa e comprometido a paz e a segurança das águas".

A "inocente" navegação das embarcações norte-americanas ocorre em meio às tensões comerciais com a China.

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