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Análise: porta-aviões dos EUA eram um importante meio político, mas não no século XXI

© AP Photo / Especialista em comunicação de 3ª classe J. M. TolbertPorta-aviões norte-americano Harry S. Truman (foto de arquivo)
Porta-aviões norte-americano Harry S. Truman (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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O analista militar russo Vladimir Bogatyrev comenta a opinião expressa pelo jornalista alemão do Frankfurter Allgemeine sobre o envio de um porta-aviões norte-americano à costa do Irã.

Lorenz Hemicker, jornalista do jornal Frankfurter Allgemeine, põe em dúvida a capacidade dos Estados Unidos de projetar poder usando o porta-aviões que Washington decidiu enviar para a costa do Irã. 

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Essa publicação prova que as contradições entre os EUA e a União Europeia estão aumentando, opina o analista militar Vladimir Bogatyrev, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik. 

O artigo do jornalista alemão, que chamou o porta-aviões dos EUA de "blefe de cem mil toneladas", mostra que as mídias europeias entendem que a moderna política exterior estadunidense de demonstração de força não funciona no século XXI, diz Vladimir Bogatyrev. 

Anteriormente, "os porta-aviões dos EUA eram um meio importante para influenciar a situação" em certos países. Entretanto, a moderna infraestrutura militar acaba por os neutralizar, considera ele. 

"Vale destacar que há crescentes contradições entre a UE os EUA quanto às relações com o Irã e às últimas ações dos EUA para se retirarem dos acordos sobre o programa nuclear do Irã", sublinha Vladimir Bogatyrev. 

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Segundo ele, existem problemas não só relativamente à solução das questões mundiais, mas também regionais, por exemplo, no Oriente Médio e na Ásia Central, problemas que os EUA e a UE não são capazes de resolver em conjunto. 

"O último agravamento das relações EUA-Irã aconteceu quando Washington classificou o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica [IRGC, na sigla em inglês] como organização terrorista", recordou o analista militar. 

"Teerã em resposta designou igualmente o Comando Central dos Estados Unidos [Centcom, na sigla em inglês] como organização terrorista e os EUA como país patrocinador do terrorismo", acrescentou o analista militar Vladimir Bogatyrev.

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