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Hezbollah promete 'derrotar' forças israelenses se estas atacarem Líbano

© AP Photo / Bilal HusseinMilitante do Hezbollah na Torre de Vigilância
Militante do Hezbollah na Torre de Vigilância - Sputnik Brasil
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O comandante do movimento xiita Hezbollah sediado no Líbano, Hassan Nasrallah, declarou que o grupo tem bastantes recursos para entrar na região fronteiriça israelense da Galileia e “destruir” as forças israelenses se estas atacarem o Líbano.

"A resistência tem muitos meios fortes e decisivos. O tempo para uma guerra rápida acabou. A resistência é capaz de entrar na Galileia [...] Essa parte de Israel que pensa em intervir no Líbano será destruída e derrotada", disse Nasrallah, cujas palavras foram transmitidas pelo canal de televisão Al-Manar TV.

Comentando as disputas fronteiriças entre o Líbano e Israel, o chefe de Hezbollah revelou que cabe ao governo libanês lidar com essas questões controversas, enquanto o movimento reservou o direito de libertar os territórios ocupados por Israel, nomeadamente as Fazendas de Shebaa e colinas de Kfar Chouba.

Segundo Nasrallah, os países ocidentais e do golfo Pérsico estão pressionando o Líbano e criando a impressão de que o país está à beira de uma guerra.

Forças de Defesa de Israel - FDI (imagem de arquivo) - Sputnik Brasil
Forças israelenses não estão preparadas para guerra, afirma líder do Hezbollah

Para ele, o objetivo dessa pressão contra o Líbano é "obter concessões nas questões ligadas às fronteiras marítimas e Fazendas de Shebaa" e forçar o Hezbollah a "abandonar seus mísseis" e potencial militar.

As relações entre o Líbano e Israel têm permanecido tensas por muitas décadas. As tensões aumentaram recentemente em meio às suspeitas israelenses de que o Hezbollah estava sendo usado pelo Irã para travar uma guerra contra Israel.

Israel e o Hezbollah entraram em confronto em 2006, com forças israelenses invadindo o Líbano depois que o Hezbollah sequestrou dois soldados israelenses em um ataque na fronteira. O longo conflito, que durou 34 dias e ceifou a vida de mais de 1.300 pessoas, foi interrompido por um cessar-fogo mediado pela ONU.

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