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Guaidó 'vale mais morto que vivo' para CIA e oposição, declara especialista

© Sputnik / Marco Bello / Abrir o banco de imagensJuan Guaidó
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Após a tentativa fracassada de derrubar o governo de Nicolás Maduro, o opositor venezuelano Juan Guaidó "agora vale mais morto que vivo não apenas para a CIA", mas também "para sua própria gente da oposição", disse o analista Daniel McAdams.

O diretor executivo do Instituto Ron Paul para a Paz e a Prosperidade, Daniel McAdams, falou no programa "Liberty Report" sobre as tentativas fracassadas de Guaidó de derrubar o governo de Nicolás Maduro com a ajuda de Washington. Paul tem estado preocupado com a possibilidade de que o país latino-americano mergulhe em uma onda de violência em grande escala em caso de qualquer provocação.

"Se houver uma [operação de] bandeira falsa ou se matarem algum funcionário importante de algum dos lados, não é possível dizer o que poderia acontecer", alertou Ron Paul.

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O especialista apontou que o próprio Guaidó, com seu histórico de não ter conseguido mobilizar o protesto contra o governo de Maduro, poderia ser alvo desse tipo de provocação.

McAdams explicou que o líder da oposição "tem sido uma espécie de figura desventurada até agora", no sentido em que "chama a protestos em massa e ninguém aparece".

"Não acredito que neste momento ele se dê conta que, na realidade, agora ele vale mais morto do que vivo, não só para a CIA, mas também para sua própria gente da oposição", advertiu o diretor.

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Em 30 de abril, o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino do país, lançou a chamada Operação Liberdade para retirar Nicolás Maduro do poder. Em um vídeo publicado no Twitter, Guaidó aparece ao lado de militares e do líder oposicionista Leopoldo López, que estava preso desde 2014 e foi libertado pelos rebeldes, na base aérea de La Carlota, em Caracas. Guaidó pede uma "luta não violenta", diz ter os militares do seu lado e afirma que "o momento é agora".

Maduro, por sua vez, afirmou que os principais comandantes militares mantêm a lealdade ao seu governo e pediu a "máxima mobilização popular para assegurar a vitória da paz".

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