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Chanceler cobra dos EUA proteção da embaixada venezuelana em Washington

© REUTERS / Shannon StapletonUm ativista em oposição ao envolvimento dos EUA na Venezuela que ocupa a embaixada venezuelana, senta-se em um peitoril da janela em Washington, EUA.
Um ativista em oposição ao envolvimento dos EUA na Venezuela que ocupa a embaixada venezuelana, senta-se em um peitoril da janela em Washington, EUA. - Sputnik Brasil
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O ministro venezuelano das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, cobrou pelo Twitter que o governo dos Estados Unidos "cumpria suas obrigações como signatários da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas" e atuem para proteger o prédio da antiga embaixada em Washington, DC.

"Exigimos que o Departamento de Estado dos EUA cumpra suas obrigações como signatários da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas e proteja a construção da antiga embaixada venezuelana em Washington, pois nosso governo protege as instalações deles em Caracas", escreveu Arreaza.

Embora não haja mais funcionários na instalação, localizada no distrito histórico de Georgetown, Washington, DC, dezenas de ativistas passaram a residir no complexo nas últimas semanas para evitar que associados do autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó, ocupassem o prédio alegando representar interesses diplomáticos venezuelanos nos EUA. 

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Arreaza disse na semana passada em uma coletiva de imprensa nas Nações Unidas que o "Coletivo de Proteção da Embaixada" era "convidado" do governo venezuelano e não estava invadindo o prédio.

No entanto, quando Guaidó convocou venezuelanos a irem para as ruas na terça-feira em uma revolta contra o presidente Nicolás Maduro, líderes da oposição e seus partidários também convergiram para a embaixada de Washington, DC. A polícia federal americana foi acionada para manter os dois grupos de manifestantes separados.

Na quinta-feira, a polícia do Serviço Secreto dos EUA prendeu Ariel Gold, co-diretor nacional do Code Pink, um dos grupos que ajudaram a formar o coletivo, enquanto ela e outros ativistas tentavam entrar no prédio da embaixada para reabastecer manifestantes com comida.

A polícia, porém, deixou que os manifestantes da oposição circulassem livremente pela estrutura, onde destruíram as câmeras de segurança e desfiguraram a lateral do prédio. A polícia acabou permitindo que alguns alimentos entrassem, mas Gold continua sob custódia.

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