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Militares dos EUA negam ter mobilizado tropas para ação contra a Venezuela

© AP Photo / Hasan Jamali Soldado americano junto à bandeira dos EUA (arquivo)
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Os militares dos EUA não foram ordenados por seus líderes a se preparar para qualquer tipo de ação militar na Venezuela, disse a secretária de Defesa Adjunta para Assuntos de Segurança Internacional, Kathryn Wheelbarger, durante uma audiência no Congresso nesta quarta-feira.

"Nós, é claro, sempre revisamos as opções disponíveis e planejamos as contingências", explicou Wheelbarger. "Mas neste caso não recebemos esse tipo de ordens que você está discutindo".

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O almirante da Marinha dos EUA Craig Faller, comandante do Comando Sul dos EUA, que supervisiona as forças americanas na América Latina, declarou que o planejamento inclui preparação para evacuações não-combatentes e ajuda humanitária americana, mas ressaltou que seu principal foco na região é a construção de parcerias.

Quando perguntado se ele viu um papel para os militares americanos derrubando o governo de Maduro, Faller afirmou: "Nossa liderança tem sido clara: tem que ser, deve ser, principalmente, uma transição democrática".

"Estamos em total apoio à diplomacia e estamos prontos para apoiar esse esforço", acrescentou.

No início do dia, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, alertou que a ação militar dos EUA na Venezuela é "possível", apesar de ele afirmar que os EUA ainda preferem uma transição pacífica de poder.

A Venezuela enfrenta uma crise política que começou em janeiro, quando o líder da oposição Juan Guaidó, apoiado pelos EUA, proclamou-se o presidente interino do país em uma tentativa de desafiar a reeleição do presidente Nicolás Maduro.

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Maduro, apoiado pela China e pela Rússia, entre outros, acusou Guaidó de conspirar para derrubá-lo com a ajuda de Washington.

Guaidó e seus partidários fizeram outra tentativa de depor Maduro na terça-feira, reunindo-se em Caracas em uma estrada em frente à base militar de La Carlota. Guaidó pediu ao povo da Venezuela e ao Exército que saiam às ruas para concluir a operação para derrubar o presidente legítimo da Venezuela.

Em resposta, Maduro disse que os comandantes de todas as regiões e zonas de defesa integral haviam reiterado sua total lealdade ao povo, à constituição e à pátria. Segundo o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, as forças armadas do país continuam a apoiar firmemente a "Constituição e autoridades legítimas".

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