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Analista sobre navios dos EUA perto da China: paranoia e desejo de sufocar economia do país

© AFP 2021 / ROSLAN RAHMANDestróier da Marinha americana USS Stethem
Destróier da Marinha americana USS Stethem - Sputnik Brasil
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Dois destróieres norte-americanos passaram pelo estreito de Taiwan, "promovendo a liberdade de navegação" e provocando protestos de Pequim. Cientista político russo comentou a situação.

Mais cedo, a agência Reuters, citando militares de alto escalão da Frota do Pacífico dos EUA, relatou a passagem dos dois navios de guerra William Lawrence e o Stethem pelo estreito de Taiwan, ocasionando protesto de Pequim.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o cientista político da Academia de Ciência da Rússia, Konstantin Blokhin, indicou os motivos que os EUA teriam para passar pela região reivindicada pela China.

"Os americanos estão tentando provocar a China de todas as formas. Os Estados Unidos veem à região do mar do Sul da China e às Ilhas Spratly como zona de eventual atrito. Lá, os EUA estão tentando conter as crescentes capacidades da Marinha chinesa", indica.

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"A administração Trump está paranoica com a China. Trump se rodeou de pessoas que simplesmente odeiam a China. Os americanos estão interessados não apenas em dissuadir, mas também em estrangular economicamente a China", afirmou o cientista político.

Na opinião dele, visto que "as principais rotas comerciais da China com a Europa, com outros países, passam pelo estreito de Malaca, os estrategistas americanos acreditam que, se bloquear esse estreito, a China não terá a oportunidade de se desenvolver plenamente".

"Mas a China terá outra oportunidade – redirecionar esses caminhos comerciais, ao invés de rotas marítimas, através da Rússia. E isso mostra outra base firme para a cooperação sino-russa", concluiu.

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As relações oficiais entre o governo central da China e a província insular de Taiwan foram interrompidas em 1949, depois que as forças do Kuomintang, lideradas por Chiang Kai-shek, foram vencidas na guerra civil com o Partido Comunista chinês e se mudaram para Taiwan. Negócios e contatos informais entre Taiwan e a China continental só foram retomados no fim dos anos 80.

Desde o início dos anos 90, as partes começaram a entrar em contato através de organizações não governamentais – a Associação para o Desenvolvimento de Relações de Pequim e a Rede de Trocas, usando o estreito de Taiwan.

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