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National Interest revela meio para 'reconciliar' Rússia e EUA

© AP Photo / Dmitri LovetskyBonecas de madeira russos tradicionais chamadas Matryoshkas representando o presidente dos EUA, Donald Trump e o presidente russo Vladimir Putin à venda em uma loja de souvenirs em São Petersburgo, Rússia.
Bonecas de madeira russos tradicionais chamadas Matryoshkas representando o presidente dos EUA, Donald Trump e o presidente russo Vladimir Putin à venda em uma loja de souvenirs em São Petersburgo, Rússia. - Sputnik Brasil
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Os Estados Unidos podem entrar em um acordo temporário com a Rússia para normalizar as relações bilaterais entre os dois países, escreve a revista norte-americana.

De acordo com a The National Interest, Washington pode estar interessado em criar uma coalizão contra Pequim, enquanto a maneira "melhor e mais fácil" de fazê-lo será um acordo temporário, que mais tarde poderia ser substituído por um tratado permanente.

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Ao mesmo tempo, a revista escreve que Moscou não está interessada em um conflito com a Europa ou os Estados Unidos e espera que o Ocidente ponha fim às suas atividades militares perto das fronteiras russas. Ademais, destaca-se que, do ponto de vista da história, a Rússia é mais propensa a uma reaproximação com a Europa e os Estados Unidos do que com a China.

No entanto, sublinha a revista, qualquer decisão exigirá que o Ocidente reconheça que a Crimeia não é mais parte da Ucrânia. Além disso, os Estados Unidos podem propor reduzir a expansão da OTAN e, em troca, a Rússia — deixar de apoiar os moradores de Donbass, onde o conflito interno ucraniano continua.

A revista enfatiza que o acordo entre Moscou e Washington não mitigaria todos os conflitos, mas os contatos entre os dois Estados seriam normalizados, e a cooperação em várias esferas se tornaria mais provável, incluindo a oposição ao crescimento da influência chinesa no mercado mundial.

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Em conclusão, a edição lamenta que os Estados Unidos tenham recentemente dado razões à Rússia e à China para estarem insatisfeitas com as ações de Washington. Em vez disso, sugere o autor do artigo, os EUA devem fazer todo o possível para impedir que seus dois principais rivais desenvolvam a cooperação entre si. Nesse caso, Washington não teria que se preocupar com o que Vladimir Putin e Xi Jinping possam ter falado durante seu último encontro.

O presidente da Rússia e o presidente da China se reuniram em Pequim na sexta-feira (26). De acordo com o porta-voz do líder russo, Dmitry Peskov, as negociações foram "muito substanciais" e a visita de Putin à China foi muito produtiva.

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