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Moscou: declarações de Pompeo sobre 'interferência russa' na Venezuela são inaceitáveis

© Sputnik / Kirill Kallinikov / Abrir o banco de imagensO pico do Kremlin e a bandeira russa na Praça Vermelha
O pico do Kremlin e a bandeira russa na Praça Vermelha - Sputnik Brasil
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Declarações do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, sobre a Rússia, em particular no contexto dos acontecimentos na Venezuela, são inaceitáveis, informou o Ministério de Relações Exteriores da Rússia à Sputnik nesta segunda-feira.

Pompeo afirmou em entrevista em 12 de abril à Mega TV que a Rússia "interveio" e "foi contra a liderança do país da Venezuela", declarando ainda que a Rússia está "lá como uma potência hostil", que Juan Guaidó, aquele se proclamou ilegalmente na Venezuela como presidente interino, é "o líder devidamente eleito" e que o presidente Nicolás Maduro é "o ex-líder da Venezuela".

"Moscou notou que durante o giro por países latino-americanos, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, fez várias declarações inaceitáveis sobre o nosso país, particularmente no contexto de eventos na Venezuela", destacou o ministério russo.

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"Os modos não-diplomáticos do atual chefe de política externa dos EUA duvidam do fato de que ele vê os contatos russo-americanos no nível relevante como uma oportunidade para um diálogo construtivo", acrescentou a pasta.

O ministério questionou ainda as credenciais de Pompeo como o principal diplomata dos EUA, enfatizando que "um diplomata […] é obrigado a procurar um amplo consenso para resolver os problemas por meio de negociações, em vez de queimar pontes".

A Rússia apoia Maduro como o único presidente legítimo da Venezuela. O líder venezuelano se referiu a Guaidó como um fantoche dos EUA e o acusou de tentar inaugurar uma invasão dos Estados Unidos, depois que Washington tentou levar à força o que chamou de ajuda humanitária para o país após impor sanções incapacitantes à Venezuela.

Segundo o relator especial da ONU, Idriss Jazairy, as sanções norte-americanas exacerbaram a crise econômica aguda do país e podem levar à fome e à falta de assistência médica.

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