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Relatos: Suécia considera reabrir investigação de abuso sexual contra Assange

© REUTERS / Peter NichollsWikiLeaks founder Julian Assange is seen on the balcony of the Ecuadorian Embassy in London, Britain, May 19, 2017
WikiLeaks founder Julian Assange is seen on the balcony of the Ecuadorian Embassy in London, Britain, May 19, 2017 - Sputnik Brasil
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A Procuradoria-Geral da Suécia pode reabrir investigação contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, acusado de estuprar mulheres.

As informações foram divulgadas na quinta-feira (11) pela edição Svenska Dagbladet, citando um representante da procuradoria.

"Estamos estudando a questão e anunciaremos decisão hoje no decurso do dia", declarou o porta-voz da assessoria da procuradoria-geral, Karl Jigland.

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Ao mesmo tempo, ele especificou que a procuradora principal do caso de Assange, Marianne Ny, se aposentou, portanto o órgão terá que nomear um novo procurador para cuidar do caso, caso seja reaberto.

A advogada da mulher que teria sido abusada sexualmente por Assange afirmou que ela e sua cliente saudaram a notícia de que Assange foi preso em Londres e prometeram fazer todo o possível para reabrir o caso.

"Minha cliente e eu acabamos de receber a notícia de que Assange foi preso. É claro que é um choque para minha cliente, pois passamos sete anos aguardando e com esperança de que isso acontecesse. Estamos comprometidas a fazer tudo para que a Procuradoria reabra a investigação para que Assange seja transferido para a Suécia e levado ao tribunal pelas acusações de estupro", destacou Elisabeth Massi Fritz, citada pelo jornal Expressen.

Recentemente foi comunicado que o Equador resolveu suspender o asilo diplomático de Assange, que estava vivendo na embaixada do país em Londres. Em seguida, a polícia britânica prendeu o fundador do WikiLeaks.

O fundador do WikiLeaks estava na embaixada do Equador desde 2012, quando Londres concordou com extradição dela para a Suécia, onde foi acusado de crimes sexuais. Embora as autoridades suecas tenham arquivado o caso em 2017, Assange se recusou a deixar a embaixada, pois temia ser extraditado para os EUA, que têm interesse nele por ele ter publicado documentos diplomáticos e militares norte-americanos.

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