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'A decisão vai ser minha', diz Bolsonaro sobre participação em invasão na Venezuela

© Foto / Alan Santos/PRPresidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante jantar em Washington, na Embaixada do Brasil nos EUA
Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante jantar em Washington, na Embaixada do Brasil nos EUA - Sputnik Brasil
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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) falou nesta segunda-feira (8) sobre a Venezuela e a instabilidade no país vizinho. Ele afirmou que caso ocorra uma invasão militar contra Caracas, irá consultar o Congresso, mas tomará a decisão pessoalmente.

"Vamos supor que haja uma invasão militar lá [Venezuela], a decisão vai ser minha, mas eu vou ouvir o Conselho de Defesa Nacional, e depois o Parlamento brasileiro, para tomar a decisão de fato na questão disso aí. A Venezuela não pode continuar como está", disse Bolsonaro em entrevista à Rádio Jovem Pan. 

O Conselho de Defesa Nacional é um órgão consultivo da Presidência da República formado por ministros, congressistas e militares.

O presidente também afirmou que um possível conflito na Venezuela provavelmente envolverá uma guerra de guerrilha e que essa situação pode prolongar o conflito. "Como vai resolver esse assunto? A gente vai ficar quanto tempo lutando uma situação como essas daí? Talvez pelo embargo você possa pressionar o governo a cair."

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Bolsonaro tem avaliação mais baixa entre presidentes no primeiro mandato desde ditadura
Bolsonaro disse que os Estados Unidos "estão na vanguarda" na situação venezuelana e que o objetivo é criar descontentamento entre os militares do presidente Nicolás Maduro. 

Sobre a ajuda humanitária que foi enviada por Brasil e Estados Unidos a Caracas, Bolsonaro disse que ela "em grande parte" atingiu seu objetivo, que era colocar a população contra Maduro. "A intenção que existe dos Estados Unidos, e nossa também, é haver uma fissura, uma divisão no exército venezuelano. Não tem outro caminho."

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