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Mídia: Sensor defeituoso que derrubou o Boeing 737 foi 'reparado' na Flórida

© AFP 2021 / Getty Images/ Mario TamaAviões Boeing 737 MAX da Southwest Airlines no aeroporto de Victorville, no estado americano da Califórnia
Aviões Boeing 737 MAX da Southwest Airlines no aeroporto de Victorville, no estado americano da Califórnia - Sputnik Brasil
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O sensor de ângulo de ataque instalado no Boeing 737 MAX da Lion Air, que caiu no Mar de Java, foi reparado em assistência técnica na Flórida chamada XTRA Aerospace, informou a Bloomberg, citando arquivos de briefing preparados por investigadores indonésios para o Parlamento. A manutenção ainda é considerada uma das possíveis causas do acidente.

De acordo com o relatório de briefing elaborado pelo Comitê Nacional de Segurança nos Transportes da Indonésia (NTSC), citado pela Bloomberg, o sensor não funcionou corretamente após ter sido instalado na aeronave. Ele foi instalado após a equipe da Lion Air reportar problemas com as leituras do sensor em velocidade e altitude.

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A agência observou que não está claro se o sensor foi testado após a instalação e por que tais testes, se foram realizados, não revelaram que ele estava com defeito. A XTRA Aerospace expressou condolências às famílias das vítimas e prometeu total cooperação com os órgãos que investigam os casos do Boeing 737 MAX. Também não está claro se a empresa foi responsável pelos reparos de um sensor similar no avião da Ethiopian Airlines.

Perguntas sobre o sistema anti-estolagem do 737 MAX surgiram depois que dois aviões da série caíram em um espaço de cinco meses. O segundo incidente levou a um banimento global do jato mais vendido da Boeing.

A investigação ainda está em andamento, mas autoridades já informaram ter encontrado semelhanças entre o acidente com o avião 610 da Lion Air Flight 6 em outubro de 2018 e o vôo 302 da Ethiopian Airlines em 10 de março. Além disso, o MCAS foi considerado uma possível motivação para o acidente com o Boeing da Lion Air.

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