Grupo de Contato descarta uso da força na Venezuela

© AP Photo / Fernando LlanoManifestante da oposição agita bandeira venezuelana em frente aos escritórios administrativos da petroleira estatal venezuelana PDVSA, em Caracas, Venezuela, 9 de janeiro de 2003
Manifestante da oposição agita bandeira venezuelana em frente aos escritórios administrativos da petroleira estatal venezuelana PDVSA, em Caracas, Venezuela, 9 de janeiro de 2003 - Sputnik Brasil
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O Grupo Internacional de Contato (GIC) da Venezuela reiterou em uma declaração sobre os resultados de sua segunda reunião ministerial que a crise atual em Caracas só poderá ser resolvida por um processo democrático pacífico, excluindo o uso da força.

"O GIC reafirma que a crise múltipla que afeta a Venezuela só pode ter uma solução política, pacífica, democrática e venezuelana, excluindo o uso da força, por meio da realização de eleições presidenciais livres, transparentes e confiáveis", afirmou a declaração ministerial publicada pelo Serviço Europeu de Ação Externa.

A declaração continuou reiterando o compromisso do grupo de ajudar na mobilização da ajuda humanitária à Venezuela. Também fez elogios aos esforços da ONU para levar ajuda à Venezuela e as medidas tomadas pelos estados regionais para acomodar migrantes venezuelanos.

Além disso, o GIC saudou a União Européia por fornecer US$ 56 milhões em assistência aos venezuelanos.

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O GIC é formado por 8 países membros da UE e quatro nações latino-americanas. Ele foi articulado para facilitar a resolução das crises políticas e econômicas na Venezuela e realizou sua primeira reunião em Montevidéu em 7 de fevereiro.

As tensões na Venezuela aumentaram em 23 de janeiro, quando o líder da oposição, Juan Guaidó, declarou-se um "presidente interino". Embora os Estados Unidos tenham apoiado abertamente Guaidó, a União Européia não emitiu uma declaração conjunta seguindo o exemplo porque a moção foi vetada pela Itália, segundo uma fonte diplomática. Apesar disso, no entanto, muitos países europeus expressaram individualmente seu apoio ao líder da oposição venezuelana.

Rússia, China, México, entre outros países, manifestaram apoio a Maduro, que, por sua vez, acusou Washington de orquestrar uma tentativa de golpe com a ajuda de Guaidó.

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