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Avião militar americano é detectado sobrevoando área de bases russas na Síria (FOTO)

© Sputnik / Aleksei Kudenko / Abrir o banco de imagensAvião de reconhecimento dos EUA P-8A Poseidon
Avião de reconhecimento dos EUA P-8A Poseidon - Sputnik Brasil
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Um avião militar americano realizou um voo de reconhecimento perto da base aérea russa de Hmeymim e da base naval no porto de Tartus, comunica o portal de monitoramento PlaneRadar.

A aeronave de patrulha antissubmarino P-8A Poseidon da Marinha dos EUA, com o número de bordo 168857, decolou da base aérea da OTAN em Sigonella, na ilha da Sicília. Às 16h10, horário em Moscou, (às 10h10, horário em Brasília), a aeronave foi avistada sobre a província síria de Latakia e sobre a costa do Líbano.

​O avião de patrulha antissubmarino #Boeing P-8A #Poseidon da Marinha dos EUA (VP-26), com o número de bordo 168857, que decolou da base aérea #Sigonella, patrulhando nas áreas de Latakia e Líbano, #USNAVY #P8A

O voo ocorreu a uma altitude de 6,6 quilômetros, à velocidade de 732,7 quilômetros por hora. Segundo dados do portal, a Boeing circulou na área várias vezes.

Boeing OC-135B da Força Aérea dos EUA (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
Avião de reconhecimento dos EUA sobrevoa Extremo Oriente da Rússia (FOTO)
A presença de aviões de inteligência estrangeiros e de aeronaves não tripuladas perto das fronteiras da Rússia tem aumentado bastante nos últimos anos. Assim, aeronaves estrangeiras são vistas com regularidade perto da península da Crimeia, na região de Krasnodar e também no mar Báltico.

Durante o ano passado, unidades das Tropas Radiotécnicas das Forças Aeroespaciais russas detectaram e acompanharam mais de 980 mil aparelhos voadores, 3 mil deles eram aviões militares estrangeiros, mais de mil dos quais eram aviões de reconhecimento. As forças de prevenção foram colocadas em prontidão máxima de combate por mais de 4 mil vezes.

De acordo com o especialista russo do Centro de Jornalismo Politico-Militar, Boris Rozhin, essa prática tem sido comum para os Estados Unidos desde pelo menos 2015 e continuará. Washington identifica a Rússia como um dos principais oponentes e, portanto, o Departamento de Defesa dos EUA gasta cada vez mais fundos para efetuar tais voos.

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