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'Maior fraude da história': ex-presidente do Greenpeace rejeita aquecimento global

© AFP 2021 / Roland Weihrauch/ DPAAtivistas do Greenpeace protestam em frente à usina elétrica de Niederaussem, em Rommerskirchen, na Alemanha Ocidental, 22 de janeiro de 2019
Ativistas do Greenpeace protestam em frente à usina elétrica de Niederaussem, em Rommerskirchen, na Alemanha Ocidental, 22 de janeiro de 2019 - Sputnik Brasil
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Patrick Moore, ex-presidente do Greenpeace, afirmou que a mudança climática é uma "completa farsa" conduzida por cientistas corruptos e beneficiada por subsídios públicos.

Além de usufruírem de proteção propagandística dos meios de comunicações, o ativista disse em entrevista à rádio Breitbart que as campanhas ambientais estão relacionadas a "negócios verdes" que se aproveitam de verbas maciças, enormes remissões fiscais e mandatos governamentais para aumentar suas fortunas.

Para o cofundador do Greenpeace, é necessário recuperar a mensagem lançada por John Coleman, o falecido criador do Weather Channel, que descreveu o aquecimento global como "a maior fraude da história". Na opinião dele, "medo e culpa" são os sentimentos que impulsionam o argumento da "mudança climática".

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A ciência está assumindo com superstições e "uma combinação tóxica de religião e ideologia política", alega o ex-presidente da organização, complementando que, na realidade, tudo isso "é uma completa farsa e fraude".

Moore acredita que um novo acordo ecológico "contra os seres humanos" está sendo promovido atualmente pela instituição, que anteriormente costumava se preocupar com as pessoas e tinha uma orientação humanitária e ambiental.

O ex-presidente da organização ambiental declarou que o dióxido de carbono é "alimento para a vida e não poluição", afirmando que na realidade o uso de combustíveis fósseis "salvou a vida [na Terra] de um desaparecimento precoce", porque o CO2 estava diminuindo desde a última era glacial.

O Greenpeace respondeu, declarando que o ativista não foi, de fato, um cofundador da organização e que suas declarações correspondem ao "lobby pago" das indústrias nuclear, madeireira e genética, beneficiando-se de contratos milionários.

A instituição não governamental alega que o ex-funcionário tem trabalhado para os poluidores corporativos por muito mais tempo do que trabalhou para a própria organização em si.

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A organização reitera que a mudança climática é a maior ameaça ambiental que a humanidade já enfrentou e, por sua vez, o maior desafio. Argumentam que o problema é causado pelo acúmulo de gases do efeito estufa que são provenientes da queima de combustíveis fósseis e pela destruição de áreas que armazenam grandes quantidades de carbono, como as florestas tropicais.

A ONU já provou cientificamente as transformações ambientais, tendo confirmado recentemente que a mudança climática continua. A organização pediu a líderes mundiais para tomarem medidas urgentes de contenção dos efeitos e advertiu que os últimos quatro anos têm sido os mais quentes da história.

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