Cadastro bem-sucedido!
Por favor, siga o link da mensagem enviada para

Análise: prisão de Guaidó seria pretexto dos EUA para sancionar ainda mais Venezuela

© Sputnik / Leo Alvarez / Abrir o banco de imagensJuan Guaidó discursa perante os manifestantes em Caracas
Juan Guaidó discursa perante os manifestantes em Caracas - Sputnik Brasil
Nos siga no
Os EUA estão buscando pretexto para novas sanções econômicas contra a Venezuela, e a prisão de Juan Guaidó pode servir como oportunidade, disse Viktor Jeifets, professor da Faculdade de Relações Internacionais da Universidade Estatal de São Petersburgo.

Viktor Jeifets disse a Sputnik que os Estados Unidos podem usar dois métodos principais: intervenção armada, que não estão prontos para executá-la, e continuação da aplicação de sanções econômicas contra a Venezuela.

"Pode parecer muito descomplicado e grosseiro, mas funciona de forma bastante eficaz. A indústria petrolífera do país está em condições dificílimas, algumas fábricas estão a ponto de parar, e é justamente isso que os EUA querem. Ações contra Guaidó podem se tornar o pretexto tão esperado", afirmou o especialista.

Venezuela's President Nicolas Maduro speaks during a meeting with businessmen in Caracas, Venezuela January 9, 2017 - Sputnik Brasil
Venezuela inicia batalha judicial para proteger propriedade no exterior
Segundo Jeifets, não é aconselhável prender Guaidó agora, pois um "deputado da Assembleia Nacional tem imunidade. Ele deixou o país com a permissão da Assembleia Nacional. Certamente, a Assembleia não permitirá que a imunidade seja cancelada, já que é controlada por oponentes de Maduro".

Para o professor, Bolton não só está assustando, mas também está falando sério. Os Estados Unidos precisam de uma razão para novas sanções econômicas e vão, mais cedo ou mais tarde, encontrá-la. Jeifets salientou que estamos falando de sanções econômicas que continuam sufocando a economia venezuelana.

Anteriormente, o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, disse que as tentativas de impedir o retorno de Guaidó à Venezuela causariam protesto ativo dos Estados Unidos e da comunidade internacional.

Militares das Forças Armadas da Venezuela - Sputnik Brasil
EUA armam 'exército de libertação' na Colômbia para invadir Venezuela, diz enviado na ONU
Guaidó passou alguns dias e visitou vários países da América Latina, apesar da proibição do governo de deixar a Venezuela desde janeiro. Supremo Tribunal do país afirmou anteriormente que o líder da oposição Guaidó poderia enfrentar até 30 anos de prisão por violar a proibição de sair do país.

Em janeiro, ocorreu na Venezuela uma onda de protestos contra o atual presidente Nicolás Maduro, reeleito em março passado. Em 23 de janeiro, o líder da oposição, Juan Guaidó, declarou-se presidente interino, tendo sido apoiado pelos EUA e por vários outros países. Maduro recebeu apoio de tais países como a Rússia, México, China, Turquia, Indonésia e outros.

Feed de notícias
0
Antigas primeiroRecentes primeiro
loader
AO VIVO
Заголовок открываемого материала
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала