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Juan Guaidó virá ao Brasil para se reunir com Bolsonaro, afirmam jornais

© AP Photo / Fernando LlanoJuan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela
Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela - Sputnik Brasil
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Autoproclamado presidente interino da Venezuela e presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó virá ao Brasil nesta quarta-feira, onde deve se reunir na quinta-feira com o presidente Jair Bolsonaro, de acordo com jornais da Venezuela e do Brasil, citando fontes da oposição.

Guaidó está na Colômbia, onde participou no início da semana de encontros com o Grupo de Lima e com o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence. Ele prometeu voltar a Caracas ainda nesta semana, mas antes passará por Brasília, segundo o jornal El Nacional.

Em Bogotá, o Grupo de Lima descartou a possibilidade de intervenção militar na Venezuela, após um fim de semana de episódios violentos nas fronteiras com a Colômbia e com o Brasil. Contudo, os EUA mantiveram o discurso de que “todas as opções estão na mesa”.

Guaidó conclamou a comunidade internacional a considerar todas as possibilidades em prol da queda do presidente Nicolás Maduro, no que foi entendido como um apelo em prol do uso da força para derrubar o governo. Ao jornal O Globo, o líder opositor tentou se explicar.

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"Nós nunca pedimos uma intervenção militar estrangeira. O que temos dito é que um conflito militar [com participação estrangeira] na Venezuela é uma possibilidade, que não desejamos, que não buscamos. Nosso propósito é justamente evitá-lo através de uma saída política e constitucional", declarou Guaidó.

O presidente da Assembleia Nacional venezuelana já teve conversas reservadas com o vice-presidente Antônio Hamilton Mourão e com o chanceler Ernesto Araújo, e ainda não se sabem detalhes sobre a agenda que Guaidó terá com Bolsonaro em Brasília.

Da sua parte, o governo brasileiro descartou a participação em qualquer ação militar contra Maduro – somente em caso de agressão de Caracas, conforme já declarou o general Augusto Heleno na semana passada –, preferindo uma saída diplomática e pacífica para a crise.

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