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Premiê japonês diz que vai ignorar referendo sobre mudança de base dos EUA em Okinawa

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O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, declarou que seu governo vai avançar com a controvertida realocação de uma base militar norte-americana na ilha de Okinawa, apesar da objeção local.

Okinawa é o lar de dois terços das bases japonesas dos EUA. Tóquio quer transferir uma dessas instalações — a US Air Corps da Estação Aérea Futenma, localizada em uma área densamente povoada — para a área costeira mais remota de Henoko.

Embora os moradores próximos à base tenham se irritado com uma série de acidentes aéreos, eles também se opõem à mudança para Henoko, alegando que os trabalhos planejados de recuperação de terras devastarão o ambiente costeiro, rico em corais.

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A população de Okinawa votará na realocação neste domingo em um referendo não vinculante, com quase 70% esperados para votar "não", de acordo com uma pesquisa da Kyodo News. O governador de Okinawa, Denny Tamaki, que fez campanha em uma plataforma contra a base no ano passado, também viajou a Washington para fazer lobby contra a medida.

O governo japonês pretende prosseguir com a realocação "sem ser influenciado pelos resultados do referendo", disse Abe ao Parlamento na última quarta-feira.

Muitos habitantes de Okinawa estão insatisfeitos com a localização atual da base, bem como com a transferência planejada. Eles esperam que um voto "não" forçará o governo a remover completamente a base da ilha.

O comportamento das tropas americanas estacionadas em Okinawa também enfureceu os moradores locais, com o sequestro de 1995 e a violação em grupo de uma menina de 12 anos por três soldados dos EUA que provocaram protestos em massa na ilha. Dois casos de estupro e assassinatos cometidos por tropas norte-americanas provocaram protestos em 2016. Um ano depois, Okinawa voltou ao noticiário depois que um soldado bêbado entrou em um outro veículo enquanto dirigia um sinal vermelho, matando um idoso japonês.

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