Washington faz tudo para destruir a Síria, diz assessora de Assad

© AP Photo / Hussein MallaFumaça liberada após um ataque aéreo da coalizão internacional em Raqqa (foto de arquivo)
Fumaça liberada após um ataque aéreo da coalizão internacional em Raqqa (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Os EUA estão apoiando os terroristas na Síria impondo sanções contra Damasco que não estão de acordo com as resoluções da ONU e atacando posições do Exército governamental sírio, declarou a assessora política e de imprensa do presidente sírio, Bouthaina Shaaban.

Os EUA estão tentando destruir a Síria e danificar sua infraestrutura, disse Shaaban na terça-feira (19).

"Os norte-americanos estão tentando com todas as suas forças destruir nosso país, minar sua infraestrutura. Sem dúvidas, agora é absolutamente evidente que o terrorismo não é um desastre natural, é um terrorismo planejado, apoiado por determinados países", declarou Shaaban em uma sessão do clube de discussões Valdai, na Rússia.

Ataque aéreo da coalizão internacional na Síria (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
Mídia: ao menos 70 civis foram mortos e feridos em ataque aéreo da coalizão na Síria
"Há muitos exemplos de que os EUA atacaram posições do Exército nacional sírio. Nestas circunstâncias, os países ocidentais introduzem novas sanções contra a República Árabe Síria que não têm nada a ver nem com as resoluções da ONU, nem com o direito internacional. Neste sentido, os EUA estão apoiando o terrorismo na Síria e não querem dialogar com o governo sírio, mas, ao mesmo tempo, estão sempre prontos para receber os líderes dos grupos terroristas", afirmou a assessora do presidente sírio Bashar Assad.

A mídia síria informou diversas vezes sobre ataques aéreos da coalizão internacional, liderada pelos EUA, que provocaram vítimas entre os civis e danificaram a infraestrutura crucial. 

Os EUA lideram uma coalizão composta por mais de 70 países que, desde 2014, vem realizando ataques contra o grupo terrorista Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) na Síria sem a autorização de Damasco ou do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sendo, assim, consideradas ilegais pelo governo do presidente sírio, Bashar Assad.

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