Maduro: minoria enlouquecida de opositores pede intervenção militar em sua própria Pátria

© REUTERS / Miraflores PalacePresidente da Venezuela, Nicolás Maduro (foto do arquivo)
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (foto do arquivo) - Sputnik Brasil
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Na segunda-feira (4), o presidente venezuelano Nicolás Maduro acusou a oposição de apoiar os planos dos EUA de enfraquecerem a Venezuela e provocarem uma guerra civil no país, destacando que Donald Trump enfrentará graves consequências se tentar derrubá-lo.

Nicolás Maduro acusou os políticos de direita da Venezuela que aplaudem Trump e apoiam a ideia de invasão militar de sua própria Pátria, explicando que o "petróleo e os recursos naturais" da Venezuela são a razão pela qual Trump pode "declarar guerra à Venezuela".

"A direita golpista saiu a marchar com a bandeira gringa a pedir intervenção […] Nunca jamais uma minoria enlouquecida de opositores peça intervenção militar de sua própria Pátria! Insensatos, não sabem o que dizem, não sabem o que fazem, e peço a Deus que lhes perdoe, porque são uns insensatos", declarou Maduro.

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O presidente venezuelano prometeu no seu discurso que as Forças Armadas do seu país farão o possível para impedir uma possível invasão estrangeira da Venezuela.

"Na Venezuela não haverá intervenção, na Venezuela não haverá golpe de Estado consolidado, na Venezuela não haverá guerra, na Venezuela vai ganhar a paz" — assegurou.

Mais cedo, Maduro respondeu às recentes declarações de Donald Trump, de que uma intervenção militar dos EUA na Venezuela continua sendo "uma das opções", descrevendo os comentários de Trump como "ilegais" e "criminosos". Ele acrescentou que a partir de quarta-feira (30), a Venezuela começará a coletar assinaturas contra a intervenção militar dos EUA no país.

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No dia 31 de janeiro, o Parlamento Europeu pediu aos países europeus que se juntem ao reconhecimento do líder da oposição. A Rússia, China, Irã e Turquia reafirmaram seu apoio ao atual governo venezuelano de Maduro, enquanto vários países latino-americanos, alinhados com os EUA e UE, expressaram apoio a Guaidó.

A crise política venezuelana se agravou no dia 23 de janeiro, depois que o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino do país durante protestos antigovernamentais realizado nas ruas de Caracas.

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