Candidata a presidente da Ucrânia propõe usar bombas de grafite nas relações com Rússia

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A candidata à presidência da Ucrânia Inna Bogoslavskaya, ex-deputada da Suprema Rada (parlamento ucraniano), propôs produzir bombas de grafite para fazer frente à Rússia, segundo uma declaração feita durante os debates na rádio Novoe Vremya.

As bombas de grafite são armas não letais que agem dispersando uma nuvem fina de fibra de carbono sobre componentes elétricos, causando curtos-circuitos e a interrupção do fornecimento de energia elétrica na região indicada.

A política chamou a criação de tais munições de um dos pontos da sua estratégia em relação a Moscou.

"A Ucrânia deve passar para a produção rápida de novos tipos de armas. As bombas de grafite representam um desafio que recebeu apoio nas relações internacionais. Elas não são proibidas e esse é o nosso caminho", disse Bogoslavskaya.

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Além disso, ela incluiu na sua estratégia a declaração obrigatória pelos políticos ucranianos dos seus ativos na Rússia e o reforço das sanções econômicas contra Moscou.

As eleições presidenciais terão lugar na Ucrânia em 31 de março. Até agora foram registrados mais de 25 candidatos, entre os quais o presidente em funções Pyotr Poroshenko.

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