Trump: 'Herdei um desastre total na Síria e no Afeganistão' com 'guerras intermináveis'

© AP Photo / Arab 24 networkPatrulha dos EUA na Síria
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O presidente norte-americano comentou seus êxitos militares no Oriente Médio e Afeganistão, mas apontou a necessidade de "começar a voltar para casa" e de "gastar dinheiro sabiamente".

Nesta sexta-feira (1°), o presidente dos EUA, Donald Trump, escreveu no Twitter sobre as missões militares dos EUA no mundo, caracterizando-as como "guerras intermináveis" de gastos e mortes ilimitados.

Em particular, Trump confirmou a intensão de pôr fim à participação de tropas americanas em conflitos estrangeiros, ideia expressa por ele ainda na campanha eleitoral.

​Herdei um desastre total na Síria e no Afeganistão, as "guerras intermináveis" de gastos e mortes ilimitados. Durante minha campanha eleitoral eu afirmei firmemente que essas guerras devem finalmente terminar. Gastamos US$ 50 bilhões (183,2 bilhões) por ano no Afeganistão e os golpeamos de modo tão forte que agora estamos negociando a paz…

​…depois de 18 anos. A Síria teve que suportar o Daesh até eu chegar. Em breve, vamos destruir 100% do Califado, mas vamos vigiá-los de perto. Chegou a hora de começar a voltar para casa, depois de tantos anos, e de gastar nosso dinheiro sabiamente. Algumas pessoas devem se tornar inteligentes!

Assim, Washington mais uma vez expressou prontidão de retirar suas tropas da Síria, pretendendo desse modo diminuir gastos enormes em guerras que ocorrem fora do território norte-americano.

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Em 23 de janeiro, os EUA enviaram tropas adicionais para a Síria para reforçar segurança durante a retirada das tropas do país.

Em dezembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou decisão de retirar 2.000 militares estadunidenses da Síria e declarou a vitória sobre o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) na Síria.

Entretanto, Washington declarou que não iria revelar os prazos da retirada e prometeu que a luta da coalizão internacional liderada pelos EUA contra o terrorismo na região continuaria.

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