Peça de artilharia ou míssil balístico? China revela que arma os EUA estão desenvolvendo

© AFP 2022 / Andy WongVeículos militares lavando mísseis balísticos chineses DF-26
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Os Estados Unidos estão criando uma nova arma de artilharia capaz de destruir alvos à distância de mais de 1.600 quilômetros, escreve a mídia chinesa.

Segundo informa o Global Times, o jornal oficial do Partido Comunista da China, a nova "arma de fogo" recentemente anunciada pelos EUA poderia ser não um canhão, mas um míssil balístico de médio alcance.

De acordo com o secretário do Exército dos Estados Unidos, Mark Esper, trata-se de um "supercanhão" capaz de atingir navios da Marinha do gigante asiático no mar do Sul da China a uma distância de 1.600 quilômetros.

Ao mesmo tempo, o alcance normal dos canhões é de 160 km, enquanto o dos canhões eletromagnéticos atinge 480 km.

Especialistas chineses acreditam que os EUA podem ter designado a nova arma de "supercanhão" para ocultar o desenvolvimento de um míssil balístico de médio alcance, a fim de evitar a violação do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).

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Além disso, os especialistas chineses afirmam que, na verdade, os EUA usaram o míssil chinês Dongfeng-26 (DF-26) para criar este polêmico "supercanhão".

O Tratado INF, assinado por Washington e Moscou em 1987, não tem data de expiração e proíbe as partes de terem mísseis balísticos terrestres ou mísseis de cruzeiro com alcance entre 500 e 5.500 quilômetros.

No entanto, Washington anunciou seus planos de abandonar o tratado em fevereiro.

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