México e Uruguai se oferecem para mediar negociações com o governo da Venezuela

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Os governos do México e Uruguai se ofereceram para mediar a crise na Venezuela e tentar evitar o aumento da violência no país.

Reagindo à agitação política e às denúncias de brutalidade policial registradas hoje na Venezuela, o ministro das Relações Exteriores uruguaio, Rodolfo Nin Novoa publicou uma nota em que, ao lado do governo do México, propõe "novo processo de negociações", com "pleno respeito às leis e aos direitos humanos", para a resolução pacífica da crise no país.

Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo (imagem de arquivo) - Sputnik Brasil
EUA se recusam a reconhecer rompimento de laços diplomáticos com Venezuela
O México segue sendo o único país integrante do chamado Grupo de Lima a reconhecer a legitimidade de Nicolás Maduro. Fora do Grupo, a Bolívia é o único país sul-americano a manter apoio ao presidente venezuelano. Liderados pelos EUA, os demais — Brasil incluso — decidiram reconhecer o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó como o mandatário interino do país, como estabelece a Constituição de 1999 em caso de vacância do cargo.

A situação na Venezuela piorou consideravelmente após a posse de Nicolás Maduro, reconduzido ao poder no último dia 10 de janeiro. Países membros do Grupo de Lima — entre eles o Brasil — decidiram não reconhecer o novo mandato. Posteriormente, Brasil, Paraguai, Canadá e Estados Unidos decidiram reconhecer o presidente da Assembleia Nacional destituída, Juan Guaidó como o presidente interino do país.

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