Homem que invadiu Palácio de Buckingham revela curiosidades sobre a vida da Rainha

© REUTERS / Mary McCartneyRainha da Grã-Bretanha Elizabeth II no Palácio de Buckingham em Londres
Rainha da Grã-Bretanha Elizabeth II no Palácio de Buckingham em Londres - Sputnik Brasil
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Michael Fagan, o homem que conseguiu invadir o Palácio de Buckingham à noite em 1982 e se deparou com a própria rainha, revelou uma série de detalhes intrigantes sobre o incidente, incluindo o conteúdo da despensa do palácio.

Apesar dos relatos iniciais, alegando que o homem sentou-se na cama da rainha e conversou com ela, Fagan disse que não fez nada quando Sua Majestade acordou.

"Eu não sabia o que queria perguntar a ela e quando cheguei lá estava apenas tremendo e tão chocado. Eu não sabia por que estava lá. Mas ela é um ser humano como qualquer outra pessoa", explicou Fagan em entrevista ao Islington Gazette. "Ela disse: 'Só um minuto, vou buscar alguém' e saiu correndo da sala".

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Comentando sobre a versão oficial do incidente, ele observou que os seguranças retiraram ele dos aposentos de forma cortez.

"Alguém [um lacaio] disse 'parece que você precisa de uma bebida', então eles me levaram para fora do cômodo e me serviram de uísque do armário da rainha. Era Famous Grouse, fiquei chocado", ele confidenciou.

Fagan foi levado ao tribunal, mas não foi acusado de invasão porque demandaria um testemunho da rainha. No entanto, ele foi acusado de roubar "uma certa quantidade de vinho", um ato que ocorreu duas noites antes, quando ele conseguiu entrar no Palácio através de uma janela do andar superior destrancada, embora a corte o considerasse inocente.

"Sentei-me nos tronos como Cachinhos Dourados e os três ursos. Entrei na sala dos secretários particulares. E havia uma garrafa de vinho para o príncipe Charles. Eu estava com sede, então bebi e tinha gosto de néctar. Saí [sem ser detectado] e eu não pude acreditar que eu tinha estado lá", Fagan relembrou.

Ele, no entanto, insistiu que tem "muito respeito pela Rainha e pela monarquia porque eles trazem dinheiro para o tesouro nacional" e que "nunca teve nenhuma intenção maliciosa".

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