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Presidente bielorrusso apela para que se acabe com 'mal-entendido' em Donbass

© AP Photo / Petr David JosekArtilharia ucraniana em Donbass, foto de arquivo
Artilharia ucraniana em Donbass, foto de arquivo - Sputnik Brasil
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O presidente da Bielorrússia Aleksandr Lukashenko se manifestou durante o encontro com o representante de Kiev nas negociações sobre Donbass, Viktor Medvedchuk, por uma resolução mais rápida do conflito no Leste da Ucrânia.

"Esse mal-entendido, não pode ser chamado de outro modo, deve acabar […] São repúblicas e povos irmãos […] Estamos dando aos nossos inimigos e rivais um presente com as nossas próprias mãos", declarou ele.

Medvedchuk, por sua vez, assinalou o papel da Bielorrússia e pessoalmente de Lukashenko na resolução pacífica do conflito em Donbass.

Ele sublinhou que a parte bielorrussa concedeu um palco para conversações e que os acordos de Minsk continuam sendo considerados como o único plano para uma resolução pacífica. Ao mesmo tempo o político ucraniano disse que infelizmente eles não estão sendo cumpridos.

"Para muito ucranianos que querem a paz em Donbass, Minsk virou não apenas um palco do fraternal e amistoso povo bielorrusso, mas também uma esperança que a resolução pacífica afinal seja obtida", ressaltou.

Milicianos de Donbass (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
Representante da Ucrânia na ONU: situação em Donbass não será resolvida em breve
Um mês atrás Lukashenko declarou que a sua proposta sobre o controle da fronteira russo-ucraniana e realização de eleições em Donbass não encontrou apoio, particularmente do presidente ucraniano Pyotr Poroshenko.

"Eu já estava pronto para ficar nessa fronteira como guarda fronteiriço, considerando que tanto os russos como os ucranianos têm boas relações comigo, e realizar lá eleições em conformidade com os acordos de Minsk", afirmou o presidente da Bielorrússia.

As autoridades ucranianas rejeitaram a proposta de Lukashenko. Entretanto, é necessário avançar mais rapidamente para uma resolução pacífica, para prevenir o desenvolvimento descontrolado da situação, segundo o líder bielorrusso. Ele acrescentou também que na região já há militares da OTAN, com quem, na opinião dele, é mais fácil negociar que com "nazistas".

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