Deputado: quaisquer ações da Ucrânia no estreito de Kerch terão 'atenção especial'

© Foto / Roscosmos/Anton ShkaplerovVista da ponte da Crimeia atravessando estreito de Kerch
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O surgimento de navios de guerra ucraniano no estreito de Kerch é pouco provável, opina o deputado do Conselho de Estado da Crimeia, Vladislav Ganzhara.

Anteriormente, o conselheiro do presidente ucraniano, Yuri Biryukov, anunciou que Kiev planeja atravessar o estreito de Kerch acompanhada por observadores internacionais.

Ganzhara se mostrou cético em relação a essas declarações.

"Em se tratando de navios militares […] não há mais nada na frota ucraniana. As embarcações, que estão detidas, provavelmente eram carros-chefes deles. Não há mais nada para enviar", disse o deputado ao canal RT.

Segundo ele, os marinheiros ucranianos estão desmoralizados por causa do último incidente provocado pelas autoridades da Ucrânia no estreito de Kerch. Ao mesmo tempo, Ganzhara destacou que a navegação de navios regulares não será questionada pela Rússia.

"Há um protocolo que, antes do incidente no estreito, permitia que navios ucranianos, inclusive militares, passassem por baixo da ponte", observou.

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O deputado enfatizou que, depois da violação nas fronteiras russas, quaisquer ações da Ucrânia no estreito de Kerch receberão "atenção especial" da Rússia.

Kiev sempre foi advertida sobre as provocações na península. O chefe do Comitê das relações Internacionais do Parlamento da Crimeia, Yuri Gempel, comentou que a Ucrânia não recebe restrição para atravessar o estreito desde que cumpra o direito internacional.

Provocação da Ucrânia no estreito de Kerch

Em 25 de novembro, três navios da Marinha ucraniana violaram as fronteiras da Rússia. Eles realizaram manobras perigosas durante várias horas sem atender às exigências das autoridades russas. Como resultado, todos os navios foram detidos e os marinheiros presos.

O presidente russo, Vladimir Putin, classificou o incidente no estreito de Kerch como provocação instada pelo presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko. Em particular, o líder russo indicou que tudo foi organizado para introduzir a lei marcial na Ucrânia e, assim, adiar as eleições presidenciais.

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