Irã: 'EUA não estão em posição' de criticar testes de mísseis

© Sputnik / Anton Bystrov / Abrir o banco de imagensMaquetas de mísseis e foguetes-portadores no território do Museu da Revolução Islâmica e Defesa Sagrada em Teerã, Irã
Maquetas de mísseis e foguetes-portadores no território do Museu da Revolução Islâmica e Defesa Sagrada em Teerã, Irã - Sputnik Brasil
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O ministro das Relações Exteriores do Irã respondeu à advertência do secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, de que o Irã enfrentaria severas consequências econômicas e diplomáticas se seguisse em frente com planos de realizar mais testes com mísseis balísticos.

Os planos iranianos de lançar veículos espaciais e continuar com os testes de mísseis não violam a Resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU e são endossados pelo Plano de Ação Integral Conjunto sobre o programa nuclear iraniano, twittou o ministro das Relações Exteriores, Javad Zarif.

​De acordo com o ministro das Relações Exteriores, Washington seria o lado "em violação" da resolução do Conselho de Segurança e, como tal, "não estava em posição de dar lições para ninguém".

Zarif também lembrou que a Resolução do Conselho de Segurança 1929, que introduziu sanções contra o Irã, em 2010, estava "morta", e que a resolução UNSCR 2231 restringe o Irã de testar mísseis "projetados para transportar armas nucleares", mas não proíbe totalmente os testes com mísseis.

Mais cedo nesta quinta-feira, Mike Pompeo avisou que Teerã não deveria se envolver em "lançamentos provocativos" e pediu que o país "pare com todas as atividades relacionadas a mísseis balísticos para evitar um isolamento econômico e diplomático mais profundo". 

O secretário de Estado dos EUA acusou o Irã de "desafiar" a resolução UNSCR 2231 e afirmou que os lançamentos têm um "efeito desestabilizador" no Oriente Médio e outras regiões.

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