Trump estipula 4 meses para tropas americanas se retirarem da Síria

© AP Photo / Hussein MallaSoldado norte-americano, à esquerda, sentado em veículo blindado perto da tensa linha de frente entre o Conselho Militar de Manbij, apoiado pelos EUA, e os combatentes apoiados pelos turcos, em Manbij, norte da Síria, 4 de abril de 2018
Soldado norte-americano, à esquerda, sentado em veículo blindado perto da tensa linha de frente entre o Conselho Militar de Manbij, apoiado pelos EUA, e os combatentes apoiados pelos turcos, em Manbij, norte da Síria, 4 de abril de 2018 - Sputnik Brasil
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O presidente dos EUA, Donald Trump, recorreu ao Twitter para defender a sua decisão de retirar as tropas norte-americanas da Síria. Acusando seus críticos de hipocrisia, ele observou que qualquer outro presidente do país teria sido aplaudido se tomasse essa decisão.

O jornal The New York Times citou dois funcionários anônimos do governo que disseram que Trump dará ao Pentágono cerca de quatro meses para retirar as tropas da Síria.

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Os funcionários se referiram a uma reunião do líder norte-americano com o tenente-general Paul J. LaCamera, chefe da Força-Tarefa Conjunta Combinada contra o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em vários outros países) na região, durante a qual Trump disse que as tropas poderiam ter vários meses para garantir uma "saída sucinta".

Por sua vez, o porta-voz do Pentágono, Sean Robertson, foi citado pelo jornal pela expressão "deixarei as palavras do presidente falarem por si mesmas".

As declarações foram proferidas depois que a Casa Branca anunciou, em 19 de dezembro, que retiraria as tropas norte-americanas da Síria nos próximos 60-100 dias.

Donald Trump justificou a medida afirmando que as forças norte-americanas haviam alcançado seu objetivo de derrotar o Daesh no país árabe e que agora poderiam voltar para casa.

A decisão foi criticada por algumas autoridades dos EUA e seguida por duas demissões — a do secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, que anunciou que suas opiniões não estavam mais alinhadas com as de Trump — e a de Brett McGurk, enviado especial presidencial para a coalizão norte-americana na Síria.

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