Netanyahu diz que forças israelenses são 'único exército que luta contra iranianos'

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O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, gabou-se durante conferência do sucesso de Israel em combater a "ameaça iraniana" ao atacar o Hezbollah, contendo ameaças terroristas em todo o mundo e impedindo o acesso de armas a Teerã.

Durante conferência na quarta-feira (19), o premiê israelense debateu abertamente a ameaça iminente que o Irã supostamente representa para a existência do Estado judeu, elogiando as Forças de Defesa de Israel (IDF).

"As IDF são o único exército que luta contra os iranianos no mundo e, até agora, tivemos um sucesso significativo", disse.

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Apesar das Forças Armadas de Israel não estarem envolvidas em nenhum confronto direto com o Irã, os ataques à Síria foram constantes pelo pretexto de estarem atacando milícias pró-iranianas e tropas iranianas.

"Estamos lutando contra as ramificações do Irã e seu desdobramento pelo Hezbollah. Estamos expondo seus túneis e sistematicamente os privando de todos os túneis, assim como estamos fazendo com o Hamas no sul por vários meios", disse o primeiro-ministro.

Segundo Netanyahu, as IDF ajudaram a evitar 40 ataques terroristas ligados ao Irã em todo o mundo, incluindo vários na Europa, e impediram o acesso do Irã a mísseis de precisão.

"Por isso que o mundo inteiro está vindo até nós", concluiu o primeiro-ministro israelense.

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No decorrer dos últimos anos, Netanyahu acusou repetidamente a República Islâmica de desenvolver armamento nuclear, violando, assim, o acordo de armas de 2015.

Embora o Estado judeu não faça parte de nenhum tratado de não proliferação nuclear, várias estimativas apontam que seu arsenal nuclear possui entre 80 e 400 ogivas.

Em maio, quando questionado pelo jornalista Chris Cuomo da CNN sobre a existência de um programa nuclear israelense, o premiê se esquivou da pergunta. Enquanto que em setembro, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, acusou Israel de executar um programa "secreto" de armas nucleares e pediu a Netanyahu que abra o país para inspetores, assim como era exigido do Irã.

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