'Cansado de comer carne humana': corte sul-africana prende para sempre 2 canibais

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Dois sul-africanos acusados de canibalismo foram sentenciados à prisão perpétua por assassinato na quarta-feira (12). De acordo com o juiz, os dois cidadãos são culpados pelo "crime mais hediondo", comunica The Guardian.

O juiz Peter Olsen sentenciou Nino Mbatha, de 33 anos, e Lungisani Magubane, de 32 anos, à prisão perpétua pelo assassinato de Zanele Hlatshwayo no ano passado, de acordo com a edição.

O curandeiro Mbatha decidiu se entregar à polícia de Estcourt, cidade na província de KwaZulu-Natal, segundando um saco com uma perna e uma mão humanas. O curandeiro confessou aos policiais estar "cansado de comer carne humana".

A ilha Sentinela do Norte é uma das ilhas do arquipélago das Andamão, controlado pela Índia. O arquipélago é composto por 572 ilhas, mas apenas 37 destas são habitadas. As outras são cobertas por florestas densas. Até hoje, a ilha Sentinela do Norte continua sendo uma região isolada e perigosa, pois os povos indígenas que a habitam recebem com armas todos os que tentam explorar seu território - Sputnik Brasil
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Os policiais não acreditaram na história até visitarem a casa do curandeiro, onde havia mais partes humanas. A corte descobriu que Hlatshwayo, de 24 anos de idade, foi morta para ser comida, de acordo com mídia local.

Residentes furiosos se reuniram do lado de fora da corte para protestar contra o terrível assassinato. A África do Sul não possui lei direta contra o canibalismo, mas mutilação de cadáveres e possessão de tecido humano são ofensas criminais.

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