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Aécio Neves é alvo de buscas da PF por propinas e corrupção de R$ 110 milhões

© Foto / Valter Caampanato/Agência BrasilSenador Aécio Neves fala à imprensa, no Palácio do Planalto, após encontro com o presidente Michel Temer.
Senador Aécio Neves fala à imprensa, no Palácio do Planalto, após encontro com o presidente Michel Temer. - Sputnik Brasil
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Investigadores da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF) cumpriram nesta terça-feira mandados de busca e apreensão em imóveis do senador Aécio Neves (PSDB-MG), e da irmã dele, Andréa Neves, no Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Batizada de Ross, a operação apura a suposta compra do apoio do partido Solidariedade por R$ 15 milhões e do PTB por R$ 20 milhões por parte de Aécio, com a ajuda de empresários paulista com doações de campanha e caixa 2, utilizado por intermédio de notas frias.

Foi um dos pontos indicados pelas delações premiadas de executivos da J&F, que também apontam que o senador tucano, que foi eleito para deputado federal nas eleições de outubro – mantendo o foro privilegiado – teria recebido R$ 110 milhões em propinas.

De acordo com Joesley Batista e Ricardo Saud, os repasses de propinas para Aécio eram feitos por meio de notas fiscais frias e serviços não prestados. Em troca, o senador do PSDB atuaria no Legislativo em favor dos interesses da J&F.

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Além de Aécio, foi alvo dos investigadores o deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), em São Paulo, tido como "dono" do Solidariedade. A PF e o MPF também investigam os senadores Agripino Maia (DEM-RN), Antônio Anastasia (PSDB-MG), e os deputados federais Benito da Gama (PTB-BA) e Cristiane Brasil (PTB-RJ).

Os investigadores chegaram a pedir a prisão domiciliar para Aécio, assim como buscas contra Maia, Gama e Cristiane, mas as solicitações não foram aceitas pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em sua defesa, Aécio negou as irregularidades e segue garantindo que só recebeu doações legais em sua campanha. De acordo com os seus defensores, ele "sempre esteve à disposição para prestar esclarecimentos e apresentar todos os documentos que se fizessem necessários às investigações, bastando para isso o contato com seus advogados".

Todos os citados na operação – que movimentou agentes em oito estados – são investigados os crimes de corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

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