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Peça ao Trump!: Bolsonaro ganha 'missão' para colocar o Brasil na OCDE

© AP Photo / Leo CorreaJair Bolsonaro, candidato a la presidencia de Brasil
Jair Bolsonaro, candidato a la presidencia de Brasil - Sputnik Brasil
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O Brasil pode se juntar à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) se o presidente eleito Jair Bolsonaro pedir ao presidente dos EUA, Donald Trump, que retire a oposição de Washington ao grupo, disse o Ministério da Fazenda nesta quarta-feira.

Em um relatório sobre as perspectivas econômicas para o novo governo Bolsonaro, o ministério observou que o principal obstáculo ao pedido do Brasil para entrar na OCDE, feito em maio de 2017, era a oposição dos EUA e, em particular, do escritório do Representante Comercial norte-americano.

"Um apelo direto ao presidente dos Estados Unidos pelo presidente eleito faria uma diferença fundamental", recomendou a pasta brasileira.

A OCDE, com 37 membros, é um fórum para países democráticos com fortes economias de mercado. Na América Latina, apenas o Chile, o México e a Colômbia são membros, mas não a maior economia da região, o Brasil.

Logo da Organização para o Desenvolvimento Econômico e Social. - Sputnik Brasil
Palácio do Planalto confirma: Estados Unidos estão travando acesso do Brasil à OCDE

O ministério disse que o pedido do Brasil está bem avançado e deve estar pronto em março.

Bolsonaro, um político de direita que compartilha as visões conservadoras e nacionalistas de Trump, assumirá o cargo em 1º de janeiro e prometeu adotar políticas ortodoxas em uma das economias mais protegidas do mundo.

O relatório do ministério observou que os Estados Unidos estão comprometidos em apoiar a Argentina a entrar na OCDE, mas o vizinho do Brasil na América do Sul está apenas começando o processo de adesão.

Ao mesmo tempo, ele lembrou que o escritório do Representante de Comércio dos EUA se opôs à entrada citando "posições anacrônicas que os governos brasileiros assumiram nas negociações em organizações comerciais". O Federal Reserve e os departamentos do Tesouro e do Estado dos EUA apoiam a adesão do Brasil, acrescentou.

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