General: Ativação do sistema S-400 russo na Síria aumenta a ameaça para as tropas dos EUA

© AP Photo / APTVSoldado americano em pé em um veículo blindado.
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A possível ativação dos sistemas de mísseis russos S-400 na Síria representaria uma ameaça crescente para as tropas americanas e para as forças de Coalizão lideradas pelos Estados Unidos, disse o general Kenneth McKenzie, nomeado chefe do Comando Central dos EUA (CENTCOM) ao Senado dos EUA.

"O S-400, uma vez ativado, aumentará a ameaça às nossas forças e aos nossos parceiros de coalizão que sobrevoam a Síria", disse. "Ainda estamos trabalhando em como isso será executado".

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A Rússia instalou baterias de mísseis móveis S-400 na base aérea de Khmeimim, na Síria, mas ainda não ativou os sistemas de defesa.

O S-400 é o sistema de defesa móvel de última geração que pode transportar três tipos diferentes de mísseis capazes de destruir uma grande variedade de alvos aéreos, desde aeronaves de reconhecimento a mísseis balísticos.

Equilíbrio na Síria

McKenzie também ressaltou que Washington não tentará afetar as forças russas na região durante as operações contra os terroristas.

"Não é claramente um objetivo da nossa presença na Síria", disse McKenzie durante o depoimento ao Senado, quando perguntado se o objetivo da presença militar dos EUA na Síria era servir como um controle contra a influência da Rússia no país.

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A coalizão de mais de 70 países liderada pelos EUA está conduzindo operações militares contra o grupo terrorista Daesh* (autodenominado Estado Islâmico) na Síria e no Iraque. 

As operações da coalizão no Iraque são conduzidas em cooperação com o governo iraquiano, mas as da Síria não são autorizadas por Bashar Assad ou pelo Conselho de Segurança da ONU. Além disso, de acordo com Damasco, a Coalizão matou um grande número de civis durante a campanha e usou munições de fósforo branco, que são proibidas pela ONU.

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