China e Argentina assinam plano de ação até 2023

© REUTERS / Marcos BrindicciPresidente de China, Xi Jinping, y presidente de Argentina, Mauricio Macri
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O presidente da Argentina, Mauricio Macri, destacou que o plano de ação conjunta 2019-2023 assinado entre Buenos Aires e Pequim fortalecerá os laços entre as duas nações.

Macri elogiou "o plano de ação conjunta 2019-2023 para fortalecer múltiplos setores" em uma aparição com o presidente chinês, Xi Jinping, que está em visita oficial a Buenos Aires.

Os dois presidentes assinaram cerca de trinta acordos econômicos e de investimento, entre outros, "avançando para resolver questões sanitárias e fitossanitárias", disse o presidente da Argentina.

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É por isso que o acordo alcançado permitirá "diversificar o comércio e o investimento" com um país que é "o motor da economia global", declarou Macri.

O presidente do país sul-americano destacou o apoio estatal da China "à empresas que querem investir na Argentina".

Macri também felicitou Xi Jinping pelos 40 anos do "plano de abertura e reforma que marcou o início do desenvolvimento da China e que permitiu tirar 800 milhões de pessoas da pobreza".

O presidente chinês, por sua vez, destacou que os acordos firmados estabelecem uma cooperação financeira, econômica, cultural, comercial e agrícola "em prol do desenvolvimento comum".

"Nós acabamos de realizar uma reunião muito produtiva durante o qual trocamos opiniões sobre a agenda bilateral e questões de interesse comum, chegando a um consenso importante", disse Jinping na residência presidencial de Olivos, na província de Buenos Aires.

O presidente chinês parabenizou seu colega argentino pela "realização bem-sucedida da cúpula do G20", que terminou com uma declaração conjunta em favor da reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Xi Jinping, que realizou uma visita de trabalho à Espanha, antes de desembarcar na Argentina, deixará o país neste domingo e seguirá para o Panamá, em sua primeira viagem oficial ao país da América Central.

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