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Filho de Bolsonaro diz que há pessoas próximas que querem a morte do presidente eleito

© Foto / Reprodução / Twitter Carlos BolsonaroCarlos Bolsonaro (primeiro à esq.) ao lado dos irmãos Flávio e Eduardo
Carlos Bolsonaro (primeiro à esq.) ao lado dos irmãos Flávio e Eduardo - Sputnik Brasil
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Vereador no Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PSL) afirmou nesta quarta-feira que há pessoas muito próximas do pai, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que estariam interessadas em sua morte.

Sem contextualizar ou revelar quem seriam tais pessoas, o filho de Bolsonaro fez a afirmação em sua página no Twitter.

"A morte de Jair Bolsonaro não interessa somente aos inimigos declarados, mas também aos que estão muito perto. Principalmente após de sua posse!", escreveu. 

"É fácil mapear uma pessoa transparente e voluntariosa. Sempre fiz minha parte exaustivamente. Pensem e entendam todo o enredo diário!", acrescentou.

Até a manhã desta quinta-feira, o polêmico tweet já tinha 17 mil curtidas, 2,5 mil compartilhamentos e mais de 1,6 mil comentários – estes quase sempre pedindo mais detalhes do que o vereador do PSL quis dizer.

Aos 35 anos, Carlos é tido como o mais próximo filho de Bolsonaro e é político como outros dois irmãos, o senador eleito Flávio Bolsonaro e o deputado eleito Eduardo Bolsonaro.

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Ao longo da campanha presidencial, Carlos se ausentou da Câmara Municipal do Rio para acompanhar o pai em viagens e cuidar de suas redes sociais, tendo inclusive sido cogitado para assumir a Secretaria de Comunicação do governo Bolsonaro a partir de 2019.

A possibilidade foi logo descartada por pai e filho. Em seguida, Carlos se afastou da equipe de transição em razão de divergências internas, sobretudo com Gustavo Bebianno, ex-presidente do PSL e futuro ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

Vítima de um atentado em setembro, durante uma carreata de campanha em Juiz de Fora (MG), Jair Bolsonaro seria operado em 12 de dezembro, mas a cirurgia que prevê a retirada da bolsa de colostomia que ele carrega desde o episódio foi adiada para janeiro, após ele tomar posse como presidente do Brasil.

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