Tribunal ucraniano amplia prisão do jornalista russo até 28 de dezembro

© Sputnik / Abrir o banco de imagensChefe do site da RIA Novosti Ucrânia, Kirill Vyshinsky, no tribunal de Kherson, por suspeita de alta traição e apoio às autoproclamadas repúblicas do Donbass.
Chefe do site da RIA Novosti Ucrânia, Kirill Vyshinsky, no tribunal de Kherson, por suspeita de alta traição e apoio às autoproclamadas repúblicas do Donbass. - Sputnik Brasil
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O tribunal da cidade de Kherson prorrogou a prisão do chefe do portal da RIA Novosti Ucrânia, Kirill Vyshinsky, até 28 de dezembro, disse o advogado Andriy Domansky à Sputnik.

"A custódia foi prorrogada até 28 de dezembro", disse Domansky.

Em 15 de maio, o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) invadiu o escritório do portal RIA Novosti Ucrânia em Kiev e deteve Vyshinsky por suspeita de apoiar as autoproclamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, além de traição. Em 17 de maio, o tribunal de Kherson decidiu que Vyshinsky deveria ser preso por 60 dias sem fiança.

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Em maio, Kirill Vyshinsky foi transferido para a cidade de Kherson, no sul da Ucrânia, onde foi levado sob custódia por uma ordem judicial, que foi prorrogada até 4 de novembro.

A detenção de Vyshinsky provocou críticas generalizadas de jornalistas e grupos de direitos humanos, que classificaram tais medidas eram inaceitáveis ​​em uma sociedade democrática. O presidente russo, Vladimir Putin, disse que a prisão foi politicamente motivada, acrescentando que o incidente demonstrou uma "política inaceitável de autoridades ucranianas que visam jornalistas que estão apenas trabalhando".

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