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Empresários financiam cruzada contra o PT no WhatsApp, diz jornal

© AFP 2022 / Miguel Schincariol / Abrir o banco de imagensBandeira do PT em manifestação de apoio ao partido, em 16 de agosto de 2015
Bandeira do PT em manifestação de apoio ao partido, em 16 de agosto de 2015 - Sputnik Brasil
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Um grupo de empresários partidários do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) está pagando por "disparos em massa" de mensagens pelo WhatsApp. Cada contrato para este fim chega a custar até R$ 12 milhões. A medida, contudo, é ilegal.

A informação foi publicada pela Folha de S. Paulo nesta quinta-feira (18).

A medida é ilegal porque a doação de empresarial para campanhas está proibida por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Outra ilegalidade é o uso de base de dados de terceiros para disparar mensagens — a lei eleitoral permite que os candidatos utilizem apenas suas próprias listas de números.

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Uma das empresas envolvidas no escândalo é a Havan. O proprietário da companhia, contudo, afirmou ao jornal que não sabe o que é disparo em massa.

Ainda de acordo com a Folha de S. Paulo, uma das empresas contratadas por Bolsonaro para administrar grupos de WhatsApp tem uma estratégia para driblar a legislação brasileira. A AM4, que recebeu R$ 115 mil da campanha do presidenciável do PSL, cria números nos Estados Unidos para burlar as restrições ao tamanho de grupos e filtros de spam impostos pelo aplicativo no Brasil. 

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