Engenheiro sírio desenvolve sistema de vigilância automático com fuzil de assalto russo

© Sputnik / Bassem HaddadSistema de vigilância automático sírio
Sistema de vigilância automático sírio - Sputnik Brasil
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O engenheiro sírio, Hamzah Salam, desenvolveu um sistema de vigilância automático com um fuzil Kalashnikov. Agora, o povoado de Shreihi está sendo protegido por uma “sentinela de ferro” que está instalada no telhado de uma casa.

No verão passado, os terroristas do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em outros países) atacaram povoados localizados na província de As-Suwayda, matando aproximadamente 250 civis, dezenas de pessoas foram sequestradas, além de terem deixado centenas de feridos. No povoado de Shreihi, dezenas de pessoas foram mortas e feridas.

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Depois desse episódio, o engenheiro Hamzah Salam trabalhou na invenção de um sistema de vigilância, visando proteger o povoado. A invenção poderia ser descrita como um "atirador de elite eletrônico".

"O sistema automático é capaz de analisar a situação e disparar, caso seja necessário. O ‘atirador de elite eletrônico' é muito cômodo, pois ele pode ser controlado remotamente, além de poder ser operado automaticamente. A invenção ainda aceita qualquer tipo de armamento, sendo ele um fuzil de assalto ou um rifle de precisão. Câmeras enviam sinais ao computador, o qual analisa as informações. A principal tarefa é detectar qualquer movimento. Já o computador é capaz de analisar múltiplos cenários, caso seja detectado algo que represente risco, então o equipamento abrirá fogo. Outro detalhe é que o equipamento possui aparelho de visão noturna, permitindo uma proteção constante. Além disso, ele conta com uma base que pode girar 360 graus, cobrindo toda a área de tiro", declarou Hamzah Salam à Sputnik Arábia.

Hamzah Salam já desde a infância que se interessava por eletrônica. Com o tempo ele começou a fazer serviços básicos como reparar lâmpadas e eletrodomésticos, até começar a aprimorar rádios, criando até seu próprio microfone sem fio.

Depois de ingressar na universidade, Hamzah Salam trabalhou em testes de sensores e atualmente segue realizando pesquisas sobre chaves eletrônicas e sistemas de reconhecimento de pessoas.

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