Turquia: presença dos EUA na Síria alimenta o conflito na região

© AFP 2022 / DELIL SOULEIMANForças dos EUA na Síria (foto de arquivo)
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Se os Estados Unidos manterem sua presença na Síria, as tensões no Oriente Médio vão escalar, disse o porta-voz da presidência turca, Ibrahim Kalin.

"Sabemos que os EUA querem se manter politicamente na Síria, e nós entendemos que isso vai exacerbar as tensões na região", disse ele.

Síria vive uma guerra civil desde março de 2011. Um conflito armado entre as tropas do governo e grupos de oposição e organizações terroristas devastou o país.

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Os EUA líderam uma coligação internacional contra o terrorismo na região desde 2014 e realizam ataques aéreos na Síria sem o consentimento das autoridades de Damasco.

Washington mantém diversas bases militares no país árabe, onde alega treinar militantes da oposição síria que, supostamente, combatem o Daesh.

Os norte-americanos também apoiam as milícias curdas — as Unidades de Proteção Popular (YPG) — provocando descontentamento da Turquia, que classifica o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) como organização terrorista.

Rússia e Irã também criticam as atividades da coalizão internacional americana na região e suportam o governo do presidente Bashar Assad.

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