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Cientista político comenta intenção da Ucrânia de romper acordo sobre mar de Azov

© Sputnik / Anton Denisov / Abrir o banco de imagensUm porto do mar de Azov
Um porto do mar de Azov - Sputnik Brasil
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Ucrânia pretende romper o acordo com a Rússia sobre o mar de Azov e rever toda a estrutura de tratado internacional com a Rússia. O cientista político Ivan Mezyukho comentou ao serviço russo da Rádio Sputnik os planos ucranianos, destacando que Kiev, de fato, está atirando no próprio pé.

O ministro das Relações Exteriores ucraniano, Pavel Klimkin, declarou que a Ucrânia revisará toda a estrutura de tratado internacional com a Rússia, em particular romperá o acordo sobre o mar de Azov, comunicou a edição ucraniana Evropeiskaya Pravda (Verdade Europeia).

O ministro ressalta que a revisão gradual de acordos com a Rússia "é um fato absoluto". Quanto ao acordo sobre o estatuto do mar de Azov, ele anunciou sua rescisão, não indicando prazos concretos.

"A Ucrânia na verdade pode rever todos os acordos, assinados com a Rússia, e isso terá consequências negativas, em primeiro lugar, para própria Kiev. Agindo contra a Rússia, a Ucrânia, de fato, está atirando no próprio pé. Destruindo a estrutura de tratados com a Rússia, Kiev age sem levar em consideração a sanidade e os próprios interesses nacionais", comentou para o serviço russo da Rádio Sputnik o cientista político Ivan Mezyukho.

Pyotr Poroshenko, presidente da Ucrânia (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
Presidente da Ucrânia assina decisão de romper tratado de amizade com Rússia
Para o politólogo, acordos definem as fronteiras de um governo e se Kiev quisesse defender de fato sua integridade territorial, ela manteria os acordos em vigor, ao invés de se rebaixar ao nível de governos que se dedicam à pirataria.

"Kiev deve cumprir a lei internacional sem provocar navios russos, só assim Ucrânia e Rússia vão coexistir pacificamente na região do mar de Azov, que é um mar interno de ambos os países. Mas, infelizmente, a Ucrânia não deseja adotar um posicionamento construtivo sobre estas questões. O que ela quer mesmo é reforçar influencia na região do mar de Azov", opina Ivan Mezyukho, contestando ironicamente o que Ucrânia pode fazer no fim das contas.

"Lançar lanchas novas?", sugere. Segundo o analista, é ridículo, e destaca que é como se muitas declarações ucranianas sobre mar de Azov fossem feitas para fins publicitários, com muitas delas nem ao menos sendo concretizadas.

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