Chanceler sírio: Damasco dá últimos passos para esmagar terroristas na Síria

© Sputnik / Mikhail Voskresenskiy / Acessar o banco de imagensSoldados do Exército sírio com bandeira da Síria se alegram com a libertação de Palmira
Soldados do Exército sírio com bandeira da Síria se alegram com a libertação de Palmira - Sputnik Brasil
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Nesta quinta-feira (30), o chanceler sírio, Walid al-Muallem, encontrou-se com seu homólogo russo, Sergei Lavrov.

De acordo com o ministro das Relações Exteriores sírio, no momento, Damasco está avançando na luta contra terroristas no país.

"Agora estamos concluindo o último passo na luta contra o terrorismo, e essa luta está para terminar", afirmou al-Muallem.

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Além disso, o chanceler sírio destacou o papel da Rússia na luta contra terroristas na República Árabe.

"Nós também valorizamos de forma elevada o papel da Federação da Rússia na luta contra o terrorismo no território da Síria. Nós frisamos o papel especial que teve nisso o presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin", disse.

"Gostaria também de enfatizar que em assuntos de recuperação da infraestrutura e da economia do nosso país, preferimos o lado russo", acrescentou Walid al-Muallem.

O ministro das Relações Exteriores sírio ressaltou que, no momento atual, a República Árabe conta com todas as condições necessárias para recuperação da vida normal.

Al-Muallem assinalou que todas as acusações sobre Damasco estar usando armas químicas são infundadas, acrescentando que nem precisam disso, pois estão ganhando dos terroristas de qualquer jeito.

"Quanto às acusações sobre estarmos usando armas químicas, gostaria de dizer que não as possuímos e nem sequer utilizamos. Estamos ganhando dos terroristas até mesmo sem estas armas", apontou.

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De acordo com o chanceler sírio, tais países como os EUA, Reino Unido, França estão descontentes com os êxitos do exército sírio na luta contra o terrorismo. Estes países estão impedindo a promoção do processo político no país, inclusive no âmbito da ONU.

"Queria indicar que EUA, Reino Unido e França, estes países estão descontentes […] e por isso estão impedindo de todas as maneiras a evolução do processo político, inclusive através do Conselho de Segurança da ONU […] Eles querem também que a crise no nosso país continue", ressaltou Walid al-Muallem.

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